O mapa astral inicial

Estou numa nova fase de minha vida, onde aceito os dons que tenho e os coloco a serviço da transformação do mundo.
Já são antigos meus estudos em astrologia, mas agora, venho oferecer interpretação do mapa astral, onde faço a leitura dos planetas e signos astrológicos.
Quem tiver interesse neste serviço, é só entrar em contato pelo email: nathgingold@gmail.com , serei muito grata em atendê-los.

Aqui, um pouco das funções dos planetas nos signos Astrológicos

Os signos representam as energias básicas da Astrologia. São os arquétipos (ou símbolos) primordiais, dos quais surge todo o conhecimento astrológico.

Planetas pessoais nos signos
Sol Sol Como a pessoa é (o ser), como experimenta a vida e expressa a sua identidade
Lua Lua Forma como a pessoa reage com base na sua predisposição do subconsciente, como se nutre emocionalmente e usa a sua sensibilidade
Mercúrio Mercúrio Modo como a pessoa se expressa e como comunica, como aprende e usa suas habilidades mentais
Vénus Vénus Como expressa o seu afeto, como se sente apreciado e se dá aos outros, como se valoriza e usa seus recursos
Marte Marte Como a pessoa afirma e expressa os seus desejos, como usa a sua capacidade de iniciativa, se é independente e como expressa a sua individualidade
Planetas Sociais nos signos
Júpiter Júpiter Como a pessoa procura o seu crescimento pessoal, direção de vida, experimentar a confiança na vida, como expressa a sua verdade interna
Saturno Saturno Forma como a pessoa procura estabelecer e preservar o EU através da responsabilização e do seu próprio esforço, a sua estruturação e se sabe colocar limites ao que a si é externo, como e onde expressa os seus medos
Planetas transpessoais nos signos
Úrano Úrano Estes 3 planetas representam profundas fontes de mudança e são considerados como planetas com energia profundas transformadoras. A posição destes planetas nos signos indicam atitudes de gerações, no entanto no mapa astrológico Natal individual, os signos onde se situam representam menor importância do que o posicionamento dos planetas nas casas e os seus aspectos
Neptuno Neptuno
Plutão Plutão

Interpretação do Mapa Astral, Pontos chave

Interpretação do Mapa Astral, Pontos chaveÀ medida que se aprofunda o estudo de interpretação astrológica, torna-se mais simples descobrir um método de leitura que seja mais fiel e intuitivo e que nos ajude a ter uma consciência mais clara sobre este labirinto, que é a interpretação do Mapa Astral.

Pontos chave na interpretação do Mapa Astral

É necessário ter em conta que, esta é uma visão de interpretação do mapa astral muito básica e dirige-se a pessoas que se querem iniciar na arte de interpretação astrológica. Com o tempo, conhecimento, experiência e sabedoria,  estes aspectos nos servem simplesmente como ponto de partida para uma visão mais abrangente, intuitiva e fiel à essência do próprio horóscopo individual.

Planetas

Os planetas em astrologia, representam no horóscopo  princípios básicos de experiência ou energias e vida. Os planetas aparecem em cada mapa astral individual, no entanto, manifestam-se de diferentes modos e com potencias e potenciados de formas diversas.

Signos do Zodíaco na interpretação do mapa astral

Os signos representam estilos ou modos de expressão  Os signos, na interpretação do mapa astral, são as lentes através das quais as energias planetárias se filtram e brilham, adquirindo sombras e intensidades variáveis  Apesar de todos os mapas apresentarem todos os signos, no entanto tem diferentes graus de importância dependendo do todo representado pelo horóscopo individual.

Casas Astrológicas

As casas Astrológicas representam, na interpretação do mapa astral, campos de actividade  ou áreas de experiência que serão destacadas consoante a afluência energética da presença e planetas ou outras influencias significativas que evidenciam determinadas áreas de vida. As casas abrangem tudo o que se relaciona com a vida, no entanto cada casa adquire diferentes níveis de importância e destaque, dependendo da configuração gráfica do horóscopo individual.

Aspectos Astrológicos

De acordo com cada representação gráfica do horóscopo individual, surgem ligações angulares entre os astros e outros elementos tidos como importantes na interpreta ao do mapa astral, que representam as forcas que se unem entre os planetas. Os aspectos criam uma estrutura dinâmica no mapa astral que revelam forcas e padrões  conscientes ou inconscientes que se revelam nas mais diversas áreas de vida e situações.

Assim, conclui-se que, de uma forma de interpretação do mapa astral individual mais superficial, cada unidade de leitura e a representação de uma energia planetária que se manifesta através de um signo em particular enfocando os assuntos da casa na qual esta colocada e unindo-se ao resto do mapa pela posição.

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Relato de Gestação e Nascimento: O Parto de Anis

“O começo da história

Vou começar do princípio. No princípio era o ventre. Então vou contar sobre minha gestação e depois sobre o parto, porque acredito que o parto é parte ou fim de uma história que se inicia na concepção, ganha forma na gestação e se conclui no nascimento.Desde o começo da gravidez eu já  sabia que esperava uma menina, assim como da outra vez também  já sabia que era um menino. A gravidez, quando aceita e vivida com amor, aguça a sensibilidade espontânea. É como se um saber natural das coisas e dos sentimentos se instalasse em você. Mas não é do saber da razão que estou falando, é um saber dos sentidos, é uma sintonia com a existência viva, um estado permanente de conexão e interação com a natureza.

Um estado sublime que anda de mãos dadas com o divino. Um estado de clareza, de iluminação.
Por isso grávidas são tidas como iluminadas….um brilho brota do olhar, acho que ainda mais de dentro, brota do âmago, brota da alma.

Foi assim que me senti durante toda a gestação da Anis. Fiquei mais calma e radiante, mais sensível, mais em contato com o meu corpo e com o que realmente importa. Aprendi a amar mais.
Diminui o ritmo na intenção de desfrutar mais do aqui e agora. Estabeleci como meta viver mais pausadamente, porém com intensidade, estando realmente e inteiramente presente na vida, nos acontecimentos, experimentando de maneira tranquila e sem pressa cada fase na evolução da gestação.

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Isso  significa que  me mantive ativa com minhas obrigações oficiais. Significa que fiquei com a intenção de viver com mais sabedoria, aproveitando e respeitando  o tempo das coisas.

E assim fiz, e assim foi.
E pra sinalizar minha não pacatez na vida, ou para demonstrar que as atividades cotidianas não param, mas podem ser vivenciadas devagar e com respiração completa…….. mudei de trabalho, mudei de cidade, mudei de casa, mudei o assunto e o tema da minha dissertação de mestrado. Me instalei na minha nova e velha cidade, em uma casa cheia de história e estória, com a  sensação de contentamento e reconexão com minhas raízes.

Trabalhei até o 7˚ mês de gestação, escrevi minha nova dissertação em tempo recorde e dentro do tempo, finalizei meu mestrado e Pari….. na tradição das ancestrais parteiras, com rezas, cantigas e rituais, simbolizando e reverenciando cada etapa…. da maneira que desejei, da maneira que faz sentido pra mim. Em casa, onde me sinto livre e segura, no meu canto, no meu templo, onde cultivo minhas plantas, onde monto meu altar, onde coleciono minhas artes, meus livros, onde me retiro pra meditar, onde estudo, onde faço tudo e onde me permito fazer nada. 

Pari de forma plena, ativa, entregue, natural, com apoio, com amor, com respeito, respirando, contente e feliz! Experimentei dores profundas, tão profundas quanto de onde brota a iluminação. Parir, pra mim, foi experimentar meu corpo no auge, no ápice, no alto do cume de um lugar silencioso e concentrado.  Um lugar transgeracional, sagrado e milenar. E é de lá desse lugar que não tem palavra que falo agora.

O dia do parto

Bom, o dia do parto torna-se de repente dia do parto. Eu não fazia idéia  que seria naquele dia o dia do parto, e fui processando todos os sinais aos poucos…..

“Coincidentemente” e afortunadamente, eu tive retorno com meu médico querido no dia que se tornou ” o dia do parto”. Tudo começou de manhã, me recordando de alguns sonhos e notando uma certa diferença no meu corpo. Um tampão mucoso nunca dantes visto estava se apresentando delicadamente a mim, tão delicadamente  que demorei para captar seus sinais evidentes. Fui para o médico querido  logo depois do almoço, fizemos ultra-som e ele me disse que Anis estava se encaixando, por isso a presença do tampão.

Ok, voltei para minha casa, que também afortunadamente fica a apenas dois quarteirões do médico querido. Cheguei em casa e fui contar pro meu amado que Anis estava se encaixando, quando de repente aguas profundas que movem moinhos caíram no chão, não tão delicadamente.

Eu, já inteiramente absorvida pela intenção do seguir devagar a vida, mandei calma e tranquilamente mensagens para as parteiras, comunicando o fenômeno ocorrido.
Elas me disseram: – Ok flor, estamos indo praí ( uma das parteiras estava a 3 horas de distância de minha cidade).
E eu falei:  – Caaaalmaaa, vamos esperar mais um pouco!!!! ( percebam que nesse momento a pacatez realmente invadiu meu ser), pode ser que não seja nada!!!
E elas disseram : Flor, estamos indo mesmo assim…. É claro que elas já sabiam de tudo….eu é que estava lentificada deveras.

Continuei fazendo minhas coisas, e fui aos poucos realmente percebendo que eu estava em trabalho de parto. As águas que movem moinhos não paravam de sair, as contrações começaram a ficar muito perceptíveis, aumentando gradualmente. Esse início ainda é beeem suave, continuei fazendo minhas atividades caseiras, lavei roupa, recolhi roupa do varal, estendi roupa no varal, chupei fruta, bebi água, muita água, e novamente afortunadamente, para minha surpresa, levei uma picada de abelha no  dedo, rsrs .  (pode parecer estranha essa parte mas logo fará sentido).

Como não sou alérgica, não me desesperei (olha que novidade!), e aguardei calmamente a chegada das parteiras. Até pensei junto de meu filho:  – Olha, como sou sortuda, acabei de receber uma dose de anestésico e antibiótico natural ( nessas horas é sempre bom manter o otimismo)!

A chegada das parteiras

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Conversando sobre a picada de abelha, a parteira da tradição me disse que a abelha é símbolo do trabalho em conjunto, de coletividade, da organização…… ou seja, a abelha abriu os trabalhos. _ Que maravilha, eu amo esses sinais da vida, eles me mostram quando estou no caminho certo!!! E fico achando que o desafio ou o aprendizado da vida é “ler os sinais”…..~*~….. Eu amo ler os sinais!!!

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…. Ainda compreendendo todos os sinais, me recordando dos meus sonhos simbólicos da noite anterior e recebendo massagem da doula e das parteiras. Eu ainda não sabia de nada, inocente!!!
E me mantinha, com calor, com muito calor, sorrindo, afinal………..UUUUauuuuuu, eu vou Parirrrrr!!!!!Isso é Seeeensacionalllllll!!!!!!!Iuhuuuuuuuu!!!!

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Em êxtase porque vou parir!!!!!!

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Masss, como em toda evolução de um trabalho, é necessário uma certa  introspecção, é necessário a concentração, o centramento. É necessário calar-se para se ouvir, é necessário se voltar pra dentro, estar dentro e fundo…é de lá que vem!

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Desse lugar silencioso e dolorido de onde estou, e de onde me reconheço agora, apenas o que quero é massagem, massagem, massagem….. profunda, profunda, mais profunda. A lua cheia estava no céu,  a Luna na janela, quieta observadora de toda magia que estava acontecendo. Theo já estava dormindo, A casa era absoluto silêncio, apenas o som do meu respirar.

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Quero todos ao redor de mim, quero todas as mãos, toda vibração, todos os alívios, não quero nenhuma palavra. Quero gestos sem palavras, quero contato. Tudo deve ser muito profundo, silencioso e profundo.DSC04935

Quero a companhia amorosa do meu amor, sem palavras ele sabe do que eu preciso. Preciso do seu toque, preciso que caminhe comigo, que continue a caminhar comigo, que me dê apoio e que não saia do meu lado…..Durante a gestação eu lia sobre parto ativo, eu sabia que o meu seria ativo, eu me mantive ativa e disposta durante todo o ciclo da gravidez.  A atividade dissipa a dor, percebia que quando eu caminhava, eu buscava, eu cavava dentro de mim o espaço pro nascimento, eu reunia a força ancestral necessária pro nascer, pra trazer vida. E me silenciava cada vez mais, e mais….DSC04928

Eu só quero e apenas  preciso que caminhe comigo, preciso de apoio e sustentação, o resto pode deixar que meu corpo sabe o que fazer. Ele não tem dúvidas, ele tem uma sabedoria inata tecida com vigorosidade.

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Uma natural vontade de estar dentro da água se manifesta. A água conforta tanto,  a água conduz tão bem, dita o ritmo, nutre a pele, silencia ainda mais, traz mais pra dentro e relaxa.

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Mas eu precisava cavar, cavar mais e buscar, precisava andar pra encontrar e suportar  esse lugar que é tão dolorido, tão impetuoso, ousado e divino. Caminhar é preciso…. Me perco das horas,  me desconecto do mundo do tempo, só existe meu corpo, minha dor, regendo com maestria instintiva toda sinfonia que precede o nascimento.

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Nesse momento de tamanha profundeza, preciso da força das mulheres que estão comigo
Preciso da sua força anciã.
Dos seus saberes sem palavras.DSC04923

O tempo caminha sem tempo, e eu já posso sentir sua chegada, eu já sei que você está ali, pronta pra nascer, pronta e com força pro mundo. Agora só preciso ajudar, preciso de todas as forças que foram reunidas até agora.
Agora é trazer ao mundo.
A mente está no lugar certo, no lugar de abertura, de conexão e expansão.
De cócoras, inclinada pra trás.
Depois de muito cavar, foi assim que me achei.
DSC04952Siente, el momento llega, lo divino estas contigo.
Siente, tus huesos son fuertes, madre de todos nosotros
Siente, estas em buenas manos, tienes lo que necesita
Siente, estamos ayudando
Y eres parte de la tierra

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A hora que se segue ao nascimento, é  a hora sagrada, é a hora de cura, lugar de conserto, lugar de presença. Somos só nós, em comum unidade. Somos só emoção em gesto

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A primeira vez que olho nos seus olhos.
A hora de ouro!
The sacred hour!!!
Eu te reconheço, você me reconhece. Eu te abençoo, você me abençoa.
E juntas entoamos preces de gratidão. Eu te dou a vida, você me dá vida.
E pulsamos juntas.

Extraio tanta alegria só de observar.
Já dançamos horas suficientes pra nos conhecermos.

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Em completo estado de transe,  pico de ocitocina, experimento a melhor sensação do mundo!
Sensação de completude, de gratidão, de mais força, de vitória.
Me sinto a rainha do universo!

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O corpo se lembra de tudo. O corpo irá se lembrar de tudo pra sempre
O corpo se lembra antes de ter palavras
O registro está na pele
Olfato e contato
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Aconchego do pai, o pai que também virou mãe.DSC05014

Toda a equipe reunida, celebrando o nascimento, celebrando a vida.
O nascimento foi feito pra funcionar, sem segredo e com mistério.
Com luz, com sacralidade e com puro amor.
Sou gratidão eterna a esse jardim.
Ohm!!!

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Há que se afinar o corpo até o último sempre. Exercer-se como instrumento capaz de receber a poesia do mundo. Poesia suspensa em rotação e translação. Movimentos moderados, alinhavando em dias e luares, estações e colheitas, minutos e milênios, provisoriamente.” Bartolomeu Campos de Queirós ”

Relato gentilmente cedido por Cinthya Garcia e familia, e com postagem original aqui: Consultório de Afrodite

Relato de Parto Domiciliar Isa e Gael

“EI, VC, JÁ LEU UM RELATO DE PARTO?
Dia 18 de julho de 2014. Eu sabia que aconteceria nesta data, na virada da lua minguante. Todo dia de manhã olhava a folhinha do calendário e contava quantos dias ainda faltava pra encontrar o Gael. A espera pelo nascimento mais parecia a ansiedade que eu sentia quando estava interessada em um cara: “Será que é hoje que vai acontece algo? Será que vai me ligar?”
Pois bem. Na noite anterior, três bruxinhas (Nath, Talita e Sophie) fizemos meu chá de bênçãos. Uma noite nem quente e nem fria, com fogueira, elementais, incensos, urucum e orixás. De fundo, uma música que me dizia: “Siente que el momiento llegas.” Eu sentia. Fui pra casa me sentindo plena e com algumas dores. Eu já estava nos pródomos fazia uns dias, então nem dei muita bola. Deitei com eles, Gael e a dor.
Sete horas da manhã do dia 18 de julho. Era pra ser mais um xixi matinal mas aquele veio acompanhado do meu tampão mucoso. Deu-me um aperto no coração! Olhei pra barriga e disse: “Chegou a hora, Gael. Vamos nos despedir da barriga, pois logo você estará aqui fora comigo.” E assim foi. As dores da noite passada haviam progredido. Comecei a contar o intervalo entre as “cólicas”. 3 em 3 minutos. Entrei em contato com a parteira-amiga Lucélia, que logo apareceu em casa. Engraçado que por mais que eu tivesse certeza de que aquilo era o início do meu trabalho de parto, algo não me deixava acreditar que, de fato, era. Poderia muito bem serem só os pródromos. Acho que foi por isso que eu não quis acreditar 100%.
A Lu achou melhor ir pra casa, pegar o restante do aparato e voltar aqui pra casa. Enquanto isso fiquei sozinha com a dor, me conectando com meu corpo e sentindo todo aquele movimento uterino. Sabe-se lá como consegui fazer um bolo, pra deixar pro pessoal comer durante o TP (o famoso bolo sabor contrações…rs). Enquanto isso, avisei as amigas-doulas Nath e Talita, e o amigo Samuel, quem faria a filmagem do parto.
As dores. Ahh, as dores!!! Se não fossem as paredes de casa pra me apoiarem. Comecei a ver qual a real das vocalizaçãoes. Todo mundo dizia que ajudava, que era importante. Tentei e achei estranho, bobo. Mal eu sabia que horas mais tarde eu estaria uivando no apartamento.
Lu voltou e logo chegou a outra parteira. Talita apareceu aqui com uma caixa de comidas. Minha cabeça não conseguia assimilar o que estava acontecendo. E no meio de um pensamento e outro, mais dores. Resolvi ir pro banho, pelando! A água quente mais parecia um afago de mãe, de tão confortante. Lu me vestiu: “Você precisa ficar bem quentinha, Isa. Parto é fogo, é calor.”
A piscina começou a ser cheia. Eis aí meu primeiro drama: o barulho, a movimentação que foi encher a piscina. Sempre me considerei uma pessoa tolerante mas naquele momento, eu queria apertar o MUDO do apartamento. Eu gemia de dor. Não queria barulho nenhum. Queria atenção silenciosa. Só isso.
Mesmo sem conseguir racionalizar a situação, minha intuição me dizia: “Você precisa se alimentar, comer bem.” Era sinal de que meu corpo precisava de energia para as horas que viriam pela frente. Comi legumes cozidos. Parava de mastigar a cada 3 minutos por conta das dores. Como me incomodavam! O lado bom das dores eram as massagens que eu recebia a todo momento.
Houve uma hora em que as contrações deram uma espaçada. Resolvi deitar um pouco e descansar. Doce ilusão! Ficar deitada durante as contrações mais parecia tortura chinesa (rs)!
Por volta das 15h a Nath chegou. Não lembro se nesse momento o Samuel já estava aqui mas acho que não. E assim seguiram as próximas horas: dores, massagens, uma conversa aqui, outra ali. Por falar em conversa paralela, isso também me incomodou. Eu havia escrito no meu Plano de Parto que queria silêncio, sem celular e tal. Não foi o que aconteceu.
Por volta das 17h eu senti que o parto iria engrenar. Na penumbra da sala e com minha playlist de Daime e Ayahuasca, minha preta velha chegou, na sua força e energia, de emocionar os mais sensitivos e sensíveis seres que ali estavam. Pra mim, foi o divisor de águas. A partir dali, tudo começaria. Eu já predizia que o Gael nasceria durante a noite e assim começamos a caminhada.
Eu leoa, loba, comecei a sair da toca. Uivos, gemidos de dor. A cada contração que passava eu dizia: “Menos uma.” Lembro-me de ter pedido silêncio. Vinha da cozinha um barulho insuportável. Neste momento de total conexão com meu corpo, eu não queria nada além de ouvir o som e ficar quietinha. Mas tantas vezes vieram falar comigo durante as contrações. Poxa, como aquilo incomodava! Meu corpo se esquivava das vozes.
Resolvi tentar a piscina. A noite tava fria, a água, morna. Minha vontade era de ficar em frente ao aquecedor e não sair mais dali. A sensação de estar na água dava outro sentido às contrações, que ficaram um pouco mais suportáveis. A cada dor, eu abraçava a Nath, a Lu. Era como se eu dissesse: “Não me deixe aqui sozinha, por favor.” Eu tinha a necessidade de saber se o TP estava evoluindo. Perguntava, constantemente, quantos centímetros já havia dilatado. Não lembro mais a evolução da dilatação ao longo do tempo, o que sei é que a linha púrpura me salvou de alguns toques (não todos, infelizmente).
Lembro que a equipe me pedia, de tempos em tempos, pra mudar de posição, pra ir pro chuveiro, pra bola, pra banqueta. Mas ali, no cantinho da piscina, eu estava num trabalho árduo. Só eu sei quanta energia eu coloquei ali. Resolvi tantas coisas com o Gael, com meus mentores espirituais. A tarefa era perdoar. Meu filho estava vindo pra me ensinar o perdão e, enquanto eu não me perdoasse e não pedisse perdão à ele, ele não nasceria. Eu tinha consciência disso. Por isso, pouco me importava se a bolsa estava íntegra, se eu estava de cócoras na piscina, quicando na bola ou de pé fazendo a dança pro bebê encaixar. Era isso o que eu queria, que fosse naturalmente um processo não só de nascimento do Gael , mas também da minha morte. Sentir-me morrendo foi uma experiência única. Em muitos momentos era como se eu estivesse sumindo. E acho que muitas vezes eu sumi da sala e de mim mesma. Mas tiveram momentos também em que eu senti prazer naquela dor. Lembro-me de ter dado umas risadas durante as contrações.
Da piscina eu fui pro chuveiro, dancei com a Nath, fui pra cama, voltei pra piscina e depois pra banqueta e depois pra bola. Ahh! Não gosto de lembrar dessa movimentação toda. Fizeram uma manobra de chacoalhar a minha barriga, pra ver se o Gael descia. E, poxa, que coisa mais incômoda!
Daí veio a questão: romper ou não a bolsa (sim, ela ainda estava íntegra). Tudo o que eu não queria era ouvir essas opções (ponto colocado no Plano de Parto). Se fosse pra nascer empelicado, lindo! Eu não estava com pressa, apesar de reclamar tanto da dor. Eu não queria alternativas. Queria apenas que acolhessem a minha dor, que me exaltassem, que dissessem: “Isa, estamos com você e você vai conseguir.” Mas o que eu ouvia: “Se estourarmos a bolsa, o Gael desce e nasce mais rápido.” Esquivei-me dessas palavras até onde consegui mas a exaustão física me fez ceder. “Então, rompam a bolsa.” Foram duas tentativas… frustradas. Não conseguiam rompê-la. A cada tentativa era mais dor e incômodo que eu sentia e saber que ela não havia sido rompida me deixava furiosa e impaciente. Pedi que não tentassem mais.
E eu fiquei ali, na piscina, por mais um tempo. Ganhei açaí na boca, né Talita? Lembro de observar em volta da piscina e ver os olhares mais lindos vindo em minha direção. No intervalo de uma contração a pessoa que menos entendia de trabalho de parto (Samuel) pegou minha mão e fez um carinho. Que coisa linda! Era de gestos simples como este que eu precisava. Nada além.
Quantas vezes pedi ao meu corpo um pouco de descanso. E ele atendia. Dava-me uns 6 minutos de trégua, momento em que eu até cochilava. Mas depois vinham duas contrações na sequência e eu uivava. Lindo foi, em determinados momento, ouvir um coro das minhas vocalizações. Talita e Nath me acompanhavam. Era tão gostoso parir com elas!
E mais uma vez a questão da bolsa veio à tona. Ela foi rompida e eu senti uma pressão no ventre. Sentia o Gael vindo. Neste momento acho que eu já estava no expulsivo. Dizem que fiquei neste período durante 2h. Ele já havia passado do osso da pelve e estacionou por ali. Levaram-me pro chuveiro e depois pra cama. Encanei que era o cocô que estava impedindo do Gael nascer. Recebi muita massagem; consegui fazer um pouquinho de cocô e voltei pra piscina. Era chegada a hora.
Fiquei de joelhos, apoiada no colo da Lu. Incrível como nesta hora o corpo sabe o que fazer. Coloquei em prática a respiração que aprendi durante a gravidez. Eu fazia força na hora certa: durante as contrações. Até o tom da minha vocalização estava diferente. Ele estava vindo. Eu colocava a mão na vagina e sentia os cabelinhos dele, dançando na água. A cada contração eu sentia a cabeça do Gael empurrando a parede do meu canal. Que coisa mais linda! A cabeça vinha e voltava, massageando meu períneo. A força vinha de dentro. Nós dois ali, trabalhando um pelo outro, numa simbiose de amor. Estávamos os dois em estado de meditação, totalmente presentes naquele momento, vivendo para o mesmo propósito: nascer com Amor.
E num uivo eis que saiu a cabeça do caboclo. E logo, o seu corpo todo. Posso viver mil anos que vou sempre lembrar aquela sensação. Peguei minha cria nos braços. É claro que era você, só podia ser você, Gael, com essa carinha, esse bico, essa perfeição! O corpo coberto por vérnix grudou no meu e chorou, me dando as boas vindas. Nosso choro podia ser traduzido por palavras de gratidão. Graças à ele, eu vivi as melhores horas da minha vida.

Parto Isa e Gael
Eu poderia parar o relato aqui mas há a outra parte, importante ser dita também. Tiraram-nos da piscina e fomos pra cama. Que frio eu senti! Meu corpo todo tremia. A exaustão das 17h de trabalho de parto havia culminado naquele momento. Eu mal conseguia falar. E vinha mais contrações, agora pra expulsar a placenta. Mexiam no cordão e aquilo doía demais. Precisei pedir pra parar de mexer umas 3x.
E quanto à laceração? De início não souberam avaliar se a laceração havia atingido a uretra. O Gael nasceu com a mão na cabeça e com distócia de ombro, o que causou a laceração. Esse impasse, de não saber o que havia acontecido comigo “lá embaixo”, foi me apavorando e eu não conseguia nem curtir o momento. Eu imaginava que, após o nascimento, eu teria um tempo gostoso pra ficar admirando o Gael. Mas não foi tranquilo assim. E entre esse “lacerou o que”, eu pedia pra me levarem pro hospital. Eu ligava pro meu GO (Paulo Fasanelli) e nada! Não me atendia. Quanta aflição! Ir pro hospital com o Gael? Sem o Gael?
Achei melhor ir sozinha. Tive medo de internarem meu bebê e fazerem todos os protocolos médicos que eu tanto tinha lutado pra evitar. Que dor no coração deixá-lo aqui. Ele ficou com a Nath e a Talita. Uma coisa que eu não pensei na hora e que agora vejo que não foi legal foi o fato de não ter ficado uma enfermeira aqui, caso acontecesse algo com o Gael. Na hora a única coisa que eu pensava é que eu não estaria do lado dele, pra sentir meu cheiro, pra procurar o peito e mamar. Isso doeu em mim.
O percurso de casa até o hospital durou uma eternidade! Tenho a impressão de ter ficado fora de casa umas 5h mas na verdade foram 2h. Primeiramente, fui atendida pelo plantonista. Se há pessoas desumanizadas, tenho certeza que ele é uma delas. Mas por sorte conseguiram contatar o meu GO, que fez a sutura com todo cuidado do mundo. Foram 6 pontos, localizados dentro da vagina, no períneo e na região anal.
Voltei pra casa e peguei meu pacotinho de gente. Todo embrulhadinho e aquecido no amor (e na teta da Talita) das minhas queridas! Tomei banho e depois comi um pouco. Eu estava exausta! A equipe ficou aqui para organizar a casa, esvaziar a piscina…
E o que eu tanto havia esperado estava ali no meu colo, gemendo e respirando. O grande encontro aconteceu, do qual não voltarei a ser a mesma.
Eu agradeço, do fundo do coração, por cada detalhe que aconteceu, principalmente os que não gostei. Foram eles que fizeram deste parto um momento mágico, não só pra mim mas acredito que pra todos que estavam presentes (e conectados). Acredito que até as energias que quiseram atrapalhar, no fundo, só ajudaram. Agradeço por cada abraço, cada olhar de ternura. As massagens, o respeito, o colo que vocês nos deram. Hoje fica o sentimento de gratidão. Frustração? Não tem nem como sentir isso. Eu pari, do jeito que eu e ele escolhemos.”

Aqui o video 

, feito pela Cinemacaco

Relato escrito por Isa que gentilmente cedeu o conteúdo para o Blog.
Gratidão irmã, sempre juntas ❤

Meu parto

Este relato é dividido e 4 partes:

1) pré-gravidez

2) a gravidez

3) o parto

4) o pós-parto

Minha historia começa ha seis anos atrás, quando eu engravidei da Sophia. Eu sempre quis ter um parto normal, pois sei como é uma cirurgia e a cesárea está entre uma das mais invasivas que existem. Não é bonito, é uma cirurgia, e a meu ver, sempre era usada em emergências e quando era opção da parturiente. Busquei um G.O. que fizesse parto normal e acreditei. Acreditei que todos os procedimentos e instruções eram para que tudo desse certo, que me levasse ao meu parto. Mas não tinha ideia do quão enganada eu estava. Por ter essa confiança nele, sequer procurei outras pessoas, afinal, ele era “O” medico todo fofo, atencioso… eu nem desconfiava que existisse um movimento pela humanização do parto, que existia a tal “violência obstétrica”, ou mesmo que ele pudesse, de fato, estar mentindo pra mim em algum momento. Gente, para e pensa: ele mentir seria algo antiético, certo? Enfim. Leiam o relato aqui (detalhe que na época em que a escrevi eu estava no começo do despertar, nem desconfiava que minha cesárea tivesse sido desnecessária).

2) a gravidez

Depois de um tempo, eu e meu marido cogitamos a ideia de ter outro filho, a Sophia já estava com 5 anos e estávamos numa fase muito tranquila e de segurança. Aos poucos fui conversando com a Adèle Valarini, que eu sempre via postando material relacionado ao parto e afins. Nós estudamos juntas quando pequenas mas não éramos amigas, só colegas, o facebook com suas ligações malucas nos reaproximou e foi lindo =).581892_10151661254275941_162335685_n

Voltando, eu fui metralhando ela de perguntas, abri a portinha do universo do parto humanizado, do parto domiciliar (que até então eu tinha aquela ideia manjada que, pra ter em casa, precisava ser milionária, ter ambulância na porta e equipe com GO, neonatologista, enfermeiras e tals), e vi meu primeiro parto :

 que marcou muito. Me fez chorar, me fez pensar. E ainda ouvi dela: Nath, você pode ter o parto dos teus sonhos. Me imaginei em casa, com a amoreira do meu jardim ao fundo, pessoas amadas ao meu redor e aquele momento de, literalmente, DAR A LUZ.

Em dois meses eu engravidei e comecei a buscar as opções da cidade, entrei em grupos do face relacionados ao assunto, vi  muitos vídeos de parto e li muito sobre cada duvida que surgia. Fui desmistificando tudo que pudesse ter relação com o parto. E olha, descobri um universo. Desde coisas maravilhosas como entender o nosso corpo e como ele age de forma perfeita, até ouvir relatos pavorosos de violência obstétrica, de mentiras deslavadas para levar a mulher (mesmo aquela que quer o parto normal) para a cesárea. Fui para Brasília conhecer os grupos de parto humanizado, a Adèle, e tudo mais relacionado, me lembro da emoção de conhecer a Sylvana Karla e ela me contar que teve os dois filhos em casa! Na minha cabeça era algo como “puxa, “elas” ( elas= mulheres que pariram em casa) existem mesmo” (uma experiência quase mística, como se eu pudesse, de alguma maneira conhecer uma deusa, sabe?). E também tomei conhecimento que a cidade onde moro (S.J. Rio Preto,SP) é uma das que tem o maior índice de cesáreas…do Brasil. Tem até professor de faculdade dizendo que a cesárea é melhor em todos os aspectos pra o nascimento (melhor pra quem, eu pergunto).deb5a491baff1661e0d3b9c55dbc9032

Enfim, ir para o hospital não se tornou uma opção, era praticamente certeza que, chegando lá, me encaminhariam para a césa. Ou eu teria que chegar com o neném saindo. Sem falar que, com muita, mas muita sorte eu encontraria uma equipe humanizada num plantão e mesmo assim as probabilidades de eu passar por várias  intervenções (mesmo num parto normal) era praticamente de 100%. Sem falar que, não sei você, mas eu tenho pavor de hospital, pra mim é um local de doenças, pessoas estranhas (e muitas vezes arredias), agulhas, álcool, frio,  macas duras…ainda mais no SUS. Não iria pro hospital sem necessidade, só isso.

Voltando, minha gravidez foi fisiológica e biologicamente  perfeita, não tive nenhum problema, nem sustos, nada. E mesmo assim, toda vez que eu comentava com a GO do postinho algo sobre parto normal ela falava da cesária anterior, ou que era muito cedo pra pensar nisso, ou que eu devia parar de ter esperanças em relação a isso e pensar em coisas mais “importantes”, pediu o último ultrassom dizendo: -ah, você quer parto normal? Vamos pedir o ultrassom só pra ver se ta tudo certinho pra isso, de repente né? (e, de fato, estava…nenhuma lenda urbana foi detectada, como circular de cordão ou bebê sentado ou placenta “velha” (eu poderia fazer uma lista engraçadíssima pra vocês de desculpas para césa vistas num ultrassom ou sem nada, alias, vejam por si mesmos: http://estudamelania.blogspot.com.br/2012/08/indicacoes-reais-e-ficticias-de.html)

O mais incrível é que essa GO, mesmo que eu quisesse, não teria nada a ver com o parto, ela só faz o pré-natal, e eu me pergunto: -pra quê fazer esse terrorismo se ela sequer vai estar ou ganhar nada com o parto? Eu vejo esse discurso (e vários outros) relacionados a um terrorismo da ideia do parto normal sendo feito não só pelos profissionais “interessados” na cesárea, mas também pela mídia, por grandes meios de comunicação, por pessoas que reproduzem a fala do “sistema” e nunca se questionaram acerca dos fatos na história…enfim, tem muita lenda nessa área, muitos segredos que só ajudam aqueles que não vão passar por um parto. Porque, depois que você passa, você entende do que estou falando. Entender que tive que passar por uma cirurgia tão grande, com proporções psicológicas, de maneira desnecessária, sem respeito algum pelas minhas escolhas e vontades, pelas minhas peculiaridades culturais e pessoais, dói. E muito. 

Fui atrás de parteira, GO ou Enf., Obstetra que pudesse acompanhar meu parto, mesmo que fosse para vir de outra cidade. E tava bem complicado, as semanas iam passando, o parto se tornando próximo e nada… Quando encontrava alguém essa pessoa não poderia vir, ou teria parto na mesma época, ou só se eu fosse pra tal cidade…e eu querendo ter meu parto aqui, na minha casa mesmo. Me senti mal, pensei em alternativas malucas como ir pro hospital com o bebê saindo, ou ter em casa só com meu marido, mas não queria de maneira alguma colocar a minha ou a saúde do bebê em risco. Não desisti e continuei procurando. Não adianta também você chamar alguém só por essa pessoa “poder” fazer o teu parto, você tem que se sentir segura, amparada e ter certeza que o profissional é qualificado para um parto.
A ideia de um parto assistido é exatamente o que a palavra diz, você e seu filho serem assistidos em tudo durante o parto. E, para quem tem dúvidas, ele é qualificado tanto para pequenas emergências quanto para saber que aquela situação pede uma transferência para um hospital. E esse tempo é o mesmo utilizado para uma emergência hospitalar. Selecionei dois ótimos artigos para quem sabe pouco sobre o tal parto domiciliar:
Alguns mitos sobre o parto domiciliar

Um novo olhar sobre o nascimento: o parto domiciliar

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Heis que, la pela 35 semana, eu consegui uma indicação pela doula Helena Junqueira (de Ribeirão Preto, SP) de uma enf. obst. de São Paulo-capital  que costumava viajar para fazer partos. A Luciana Lourenço.
Ao falar com ela tive uma baita surpresa pois ela estaria em Rio Preto em 3 dias por conta de uma consulta de outra grávida que, (pasmem!) também teria um parto domiciliar em São José do Rio Preto. Eu cheguei a dar gritinhos histéricos de felicidades e achei que ela estava brincando comigo. E não estava.
Implorei por uma consulta no mesmo dia e deu tudo certo. Ela veio, conversamos, nos entendemos e deixamos tudo claro:  -valores, vontades, como faríamos no dia… enfim. Quando eu chegasse perto das 40 semanas, nós nos comunicaríamos todo dia para saber de sinais do parto e, assim que ela achasse necessário, viria pra cá de carro. E assim, os últimos dias foram seguindo, com aquele inchaço básico de fim de gravidez, com faltas de ar pelo bebê já estar enorme, com noites mal dormidas… 472749_4523084329870_388246708_o 891911_4420084314934_348480846_o
E eu tentando não ficar ansiosa, via vídeos de partos lindos, pensava na minha cesárea, na ansiedade do parto da Sophia… e sentia ainda fresquinha a dor da cesárea. E sabia, que essa cicatriz só pararia de doer na próxima etapa: o parto.

3)o parto

A ideia inicial era a de que, se eu tivesse algum sinal (na verdade, eu tava quase contando sobre tudo) eu falaria com a Luciana (por tel, face, mensagem) e ela viria pra cá assim que achasse necessário. Também estava contando com a Lucélia Caires , amiga de longa data, também enfermeira obstetra, que, na duvida, viria me ver para que não acontecesse nenhum imprevisto ou que, pelo menos, diminuísse minha ansiedade. Mas, não aconteceu nada conforme o esperado, foi melhor. A Luciana veio pra Rio Preto antes por conta da outra grávida (a Vanessa), que estava com a bolsa rota e aproveitou para me examinar na quinta, depois voltou pra casa da Vanessa. E o pequeno Enzo nasceu! Depois do parto da Vanessa, que foi lindo (leia o relato aqui), ela voltou a minha casa e percebeu que meu colo do útero já estava diferente, mais fino, dilatado, e eu ainda sem dores. Ela ficou na duvida…pensou em ir pra SP no domingo de manhã, mas depois de me examinar novamente, achou mais prudente ficar. Afinal, ela já havia perdido o aniversario do marido (que foi no sábado dia 11) e, pelo jeito, perderia o dia das mães também.

Ficou. Eu em nítidos pródromos quase indo pro TP ativo mesmo, mas sem dores, sem muitos desconfortos. Ela até me fez um chá, que ajuda a entrar em TP. A Lucélia também veio me ver e aos poucos eu fui achando que, puxa…acho que ta começando.1-IMG_9715

Na segunda feira, por conta de um exame de toque (pois era só assim que elas podiam saber como estava o meu TP (Trabalho de Parto), por eu não sentir dores, elas me relataram que a bolsa de liquido amniótico estava muito rente a cabeça do bebê, (e esta bem encaixadinha e baixa) e que, isso poderia ser um sinal de mecônio. Daria pra ver o liquido através de um exame, mas, por conta da bolsa tão grudadinha a cabeça dele, tava impossível ver qualquer coisa. Resolvemos esperar. No fim do dia, por receio de mecônio (e se fosse, eu seria transferida pro hospital para não haver risco de aspiração de mecônio), elas resolveram verificar novamente, e nada havia mudado. Tentamos desencaixar um pouco o bebê para tentar ver o liquido, mas nada. E, em conjunto, la pelas 2h-3h da madrugada de segunda pra terça, achamos mais seguro estourar a bolsa para verificar o liquido ao invés de ficar com receio do mecônio. Foi o primeiro momento durante o parto que eu tive que enfrentar meus mais terríveis pensamentos, que tive que me manter firme que aquilo era o melhor e mais seguro para mim e pro bebê, e que, se fosse necessário, iria pro hospital. Me mantive firme e forte, segura da minha equipe e da minha escolha. E elas fizeram o procedimento. Resultado? Liquido limpinho, perfeito, clarinho. Ou seja, nada de mecônio! Ah, e o melhor estava por vir, em uma ou duas horas, meu TP ativo começou! Eu comecei a sentir as tais contrações doloridas e pulamos todas de felicidade quando começou! Sim! Parece loucura, mas eu estava muito feliz com minhas dores. Era como se, durante esse tempo todo eu estivesse na fila para “aquela” montanha russa incrível, e agora, com as contrações e dores, eu tivesse acabado de embarcar no carrinho. Estava eufórica. Alias, todas nós estávamos.

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Tenho que relatar também que, meu colo estava posterior (e se manteve assim por um longo tempo) o que fazia com que o exame de toque fosse bem incomodo e também, com que o TP demorasse. Essa foi a parte dolorida e chata do parto, pronto, falei.

Voltando. Nessa primeira parte, eu sentia as dores e estava bem consciente, me lembrava da famosa respiração “cheira flor, assopra vela”, de vocalizar quando necessário (vocalizar aqui é emitir um som quase que gutural, mais grave, abrindo bem a boca, a faringe. Ajuda a relaxar e a dilatar o colo do útero, pois são sistemas que se conectam. Não confundir com gritos histéricos de dor), de tomar água, de comer…enfim. Em casa, o telefone foi desligado, o meu marido ainda foi fazer uma filmagem (acho que ele estava tão ansioso que conseguiu um pretexto para sair um pouco e voltar mais calmo), a minha filha em casa, duas amigas e duas enf. obstetras. Fomos visitados por um beija-flor, por velas de mel, por orações, por carinhos. Os cachorros nunca ficaram tão quietos e o dia se arrastou da maneira mais surreal do mundo.

Eu me sentia num belo ritual pagão, onde a natureza era parte, onde os elementos se interligavam, onde os espíritos de luz caminhavam entre nós. E eu, com as dores ficando mais intensas, entrava cada vez mais na grande caverna da deusa Gaia, a grande mãe. Me lembro de seguir os meus instintos e de ouvir os conselhos da Luciana e da Lucélia, mas tudo foi ficando muito inconsciente, eu entrava e saia de um transe muito forte a cada contração. Não me lembro de que roupa eu usei (se é que usei), não me lembro da sequência lógica do dia, só me lembro de fazer exercícios com um pano amarrado a amoreira, o que me fazia sentir muito bem e feliz, me lembro de fazer exercícios com a bola de pilates no banho, na sala, no quintal, me lembro de vocalizar e sentir meu corpo vibrar com isso, não me lembro em que momento parei de comer (pois parecia muito impossível comer algo), e o dia foi seguindo…1-IMG_9859

Lá pelas 16h eu estava com 7 cm de dilatação e o colo do útero ainda posterior. E tive meu segundo momento tenso, onde, mais uma vez tive que “me” enfrentar. Por conta do colo posterior, o TP estava lento, e por conta da bolsa rota esse TP não poderia passar das 17h, sendo então necessária a administração de antibióticos para evitar possíveis infecções, e isso só pode ser feito onde? Num hospital. E eu, só de ouvir a palavra “Hospital” gelava. Tentaríamos “acertar” o colo, para que ele ficasse mediano e, provavelmente, o TP seguisse feliz e com um tempo bom. Seria um procedimento dolorido, mas depois de tudo que fiz e passei, olhei para elas e disse: – Vamos, façam, confio em vocês e em meu corpo. (ou algo assim). Fizeram. E, em uma hora eu já estava com dilatação total e meu colo permaneceu mediano. Eu estava muito feliz, mas ao mesmo tempo num transe tão louco que me lembro de sentir a felicidade lá no fundo, porque por fora eu estava muito concentrada nas últimas contrações. Sentia um calor incrível, não conseguia comer nadica de nada, e adormecia entre uma contração e outra. Sério. E então, veio a última parte: a piscina.1-IMG_9908

A água estava morna, eu nua, todos ao redor, inclusive minha filha Sophia (que tem 5 anos), que ficou ao meu lado o tempo todo, jogando água em minhas costas.

Do lado de fora eu pude ver pela janela (e depois, pelo que me contaram) a amoreira, uma bela nuvem de chuva e sol. Um cheiro de mel (por conta das velas), um silêncio e meus urros. Sim, durante estas últimas contrações minhas vocalizações se tornaram urros, que me davam força, me aliviavam. Sentia minha alma instintiva gritar a mesma voz. A Leoa tomou meu ser e a cada gota de chuva que caia no quintal mais eu entrava nos meus instintos, mais eu sentia cada célula feral tomar conta de mim, mais eu sentia a exuberante luz preenchendo minha vagina e meu ser racional e medroso morrendo. Tive lapsos de consciência, mas as contrações me puxavam de volta. E eu tinha que segurar nas mãos de alguém. Nem lembro quais mãos eu peguei, mas tinha que segurar em alguém.  De repente, senti uma mãozinha bater na minha coxa e dei meu último urro. Depois de 30 minutos de expulsivo na piscina, as 17h38 do dia 14 de Maio de 2013, nosso iluminado Aldebaran nasceu com 3kg560 e 50cm. Todos choraram. Olhei para ele e ouvi alguém falando : -Vai, pega ele. E eu peguei. E tive o momento. Segurei ele junto a mim, lhe dei as boas vindas e senti o universo abençoando aquele momento. Um momento de luz e renascimento. Onde todos choravam felizes. Onde minha cicatriz se curara. Onde as palavras não tinham vez. Só os olhares.

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4) Pós parto.

Após alguns minutos, o cordão parou de pulsar e meu marido o cortou. O Aldebaran foi examinado pela Luciana enquanto eu saia as pressas da piscina pois minha placenta queria “vir ao mundo”. A Luciana aqueceu o Aldebaran e depois colocou ele em meu colo para mamar. Enquanto isso, foi me examinar, ver se a placenta estava integra, se eu precisaria de alguns pontos, enfim. Perdi bastante sangue, mas tudo estava bem e normal, este, aliás, foi o único momento em que minha filha ficou assustada, pois ela tem pavor de sangue. Foram dados 2 pontinhos na mucosa (só por precaução, pois não tive lacerações musculares nem nada), pois o Aldebaran nasceu com a mãozinha no rosto.

Estávamos todos em êxtase. Eu voltei a ouvir minha voz, pois, durante o TP eu percebi que não ouvia a minha voz, não via as coisas da mesma maneira, e de repente voltei “ao mundo”. Estava radiante. Todos estávamos.

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Eu achava que, depois de 14h de TP estaria sem forças, cansada, abatida…mas aconteceu exatamente o contrário. Ninguém negava o cansaço físico, mas este era superado pelo êxtase praticamente espiritual. A todo o momento eu me perguntava: – puxa, isso realmente está acontecendo? Será que não estou sonhando? Não conseguia acreditar. Senti que, se eu fui capaz de enfrentar tudo que enfrentei, desde a jornada antes do parto, até o parto em si, seria capaz de enfrentar qualquer coisa. Senti que tudo vem de encontro com o que pedimos e fazemos, e sim, nada é impossível. Uma ultra superação pessoal, física, espiritual. Algo que desejei muito, tanto pelas minhas razões pessoais, quanto por todas as outras mulheres que, assim como eu, passaram por cesáreas desnecessárias ou qualquer violência obstétrica, para mostrar que sim, podemos mudar essa realidade, que podemos confiar em nossos corpos, que somos forte e sagradas, que temos o DIREITO de parir e de sentir toda essa luz. Que podemos mais. Sempre.

Busquem a verdade. Lutem pelos seus diretos. Vivam seus sonhos. Vamos mudar juntas o nascimento de um novo mundo.

Agradeço do fundo do meu coração e da minha alma a todos e todas que me ajudaram, que oraram, que torceram por este parto. Em especial ao meu marido, minha filha e filho, a Luciana, a Lucélia, a Larissa, a Mariana e a Adèle.

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Relato por Adele Valarini (doula) http://adeledoula.blogspot.com.br/2013/06/relato-da-gravidez-e-parto-de-nathalie.html

Libido #04

Este mês a Libido Mag volta à ativa….trazemos um ensaio diferente, inspirado na grande Diva Marilyn Monroe, mas não no seu lado claro e brilhante, mas em seu lado poetiza e solitário.
O ensaio tentou trazer à tona a diva em tons de mortal. Misturamos a beleza da modelo e poemas da própria Marilyn.

Venha…delicie-se e conheça esta diva como mulher, como real, como você…

Clique na imagem
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http://issuu.com/nathgingold/docs/libido04

Fotografia e edição Nathalie Gingold
Modelo Daniela Sousa
Make Reider Pereira
Produção Milton F. Verderi
Assistente de fotografia Fernando Makaco
Locação Galo De Briga Filmes

E aqui, os links para as Libidos anteriores, para vocês, queridos leitores se deliciarem…

Libido #01

Libido #02

Libido #03

Preview….Libido #04

Heis que no penúltimo dia do ano de 2012, resolvemos retomar a Libido.
Aqui o preview do ensaio pro mês de Janeiro/2013.

Libido #04

Modelo Daniela Sousa
Make Reider Pereira
Produção Milton F. Verderi
Assistente de fotografia Fernando Makaco
Locação Galo De Briga Filmes
Fotografia e edição Nathalie Gingold
E aqui, os links para as Libidos anteriores, para vocês, queridos leitores se deliciarem…

Libido #01

Libido #02

Libido #03

Relato de Tessie Marcondes – Vbac

Meu nome é Tessie Marcondes, tenho 24 anos, dois filhos, três gestações e algumas historias para contar…

Minha primeira gestação aconteceu de forma acidental aos meus 16 anos, demorei em aceitar a ideia, mas acabei curtindo e comecei a me preparar.

Por alguns dias notei que acordava molhada , como se tivesse feito xixi na cama , e falei com o ginecologista que estava me acompanhando, ele havia dito que era normal, aliás, para ele tudo era normal, mas me pediu uma ultrassonografia, entre os exames de rotina, resolvi faze-la no mesmo dia.

Fui acompanhada pela minha sogra e cunhada na época, vibrei ao ver que existiam bracinhos, perninhas tudo perfeito, de repente algo errado estava acontecendo , algo que o médico não me falou, disse pra eu me levantar e limpar o gel, entregou meus exames a minha sogra e fui encaminhada ao hospital, assim que cheguei o medico que me atendeu , virou da forma mais estupida do mundo e falou , vamos para a curetagem, eu não entendia o que ele falava ai eu perguntei meio perdida ”o que é isso” e ele me disse – deite na maca e tire a parte de baixo o feto morreu ha uma semana, vamos fazer a raspagem! Eu chorava, eu queria sair correndo e aquele monstro enfiava o bico de pato como se eu fosse um animal, não conseguia acreditar no que estava acontecendo e lembro-me de repetir para algumas enfermeiras ” mas o coração dele pode voltar a bater de novo e ele vai crescer ‘‘. Foram cinco dias introduzindo comprimidos abortivos para que eu expelisse o feto ou abrisse o colo do meu útero ,nada adiantou , fiquei cinco dias só ingerindo líquidos, sem poder comer nada sólido por que teria que ir para a sala de cirurgia, foi cinco dias em que as enfermeiras me olhavam feio talvez achando que eu tivesse provocado o aborto, forma cinco dias em que eu quis morrer por estar no mesmo quarto que mulheres que acabaram de ter seus filhos, com seus bebes nos braços, felizes e eu sabendo que meu bebe não iria chegar. E foi feita uma curetagem.

Na segunda gestação eu tinha 18 anos, e pelo fato da dor de ter perdido o primeiro bebe, ela foi muito comemorada por mim e muito desejada.

Comecei a ter sangramentos e fui para no hospital, era época de copa e todos no hospital estavam bem ocupados assistindo os jogos, fiz uma ultrassonografia e o que apareceu foi que eu tinha um feto de cinco semanas, mas um saco gestacional correspondente a nove semanas, mais uma vez com ausência de batimentos cardíacos, meu mundo caiu e os médicos e enfermeiros preocupados com o resultado do jogo. Um único medico veio me explicar fazendo uma analogia nada coerente, mas que na época me pareceu caridosa ” sabe as galinhas (cômico se não fosse trágico) às vezes elas botam ovos (jura?) elas cuidam com carinho dos ovos, mas às vezes ele goram Tessie o seu ovinho gorou de novo ‘‘.

Fiquei desolada, ele marcou a curetagem para segunda feira de manhã, minha mãe foi me visitar e não sei se por intuição, pediu para que fosse realizada uma nova ultrassonografia, e o hospital se negou a fazer se não fosse paga uma quantia X, por ser final de semana, ela fez um escândalo e fez uma alta pedida, fomos para a santa casa, chegando lá ouvi a mesma coisa, que ficaria em jejum, mas que fariam pela manhã uma nova ultrassonografia, mas que não haveria muito jeito pelo que aparecia no ultimo ultrassom.

Passei a noite em claro, e pela manhã fui fazer a ultrassom, a minha surpresa foi ,quando vi o coração da minha filha pulsando , ela estava viva! Se eu tivesse ficado no outro hospital provavelmente teriam feito um aborto. Quanto ao parto foi uma cesárea induzida pela medica, mas no caso eu estava deprimida e muito ansiosa e tomando antidepressivos. Psicologicamente reconheço que não aguentaria um parto normal nas condições em que eu estava, embora tenha tido reações, como vomito e dores fortes de cabeça durante o parto e ficado totalmente isolada e triste na sala de recuperação tentando mexer a perna a todo custo para ir logo amamentar minha filha, que na minha cabeça estava aos berros morrendo de fome.

Minha filha foi diagnosticada desde o começo da gestação com um feto P.I.G. (Pequeno para idade gestacional) e nasceu com 2,050 g. e 43 cm. Muito pequena, mas espertinha, quanto ao aleitamento, confesso que fui muito bem auxiliada pela equipe medica do da santa casa, me ensinaram a técnica corretamente e eu não tive problemas.

Voltamos pra casa e por mais que eu tivesse passado por uma cesárea, não senti as dores comuns. Na época morava em são José do Rio preto o mês era  janeiro, estava muito calor e minha pequena teve hipoglicemia , não acordava para mamar ,nem tinha força pra isso liguei para o pediatra do hospital e ele me respondeu da seguinte forma ”Dê leite NAN” , fiquei inconformada e liguei para uma prima que havia tido bebê há pouco tempo e tinha bastante informações , ela me disse para leva-la a Unimed ,que tinha um trabalho chamado BE-A-BÁ BEBÊ ,que era gratuito e que poderia encontrar o auxilio de doulas que me ajudariam com o aleitamento. Fomos eu, minha mãe e irmã (também gestante na época) e fomos muito bem recebidas, me ensinaram como tirar leite sem uso de bombinha, a desempedrar os seios e com a ajuda de uma sonda infantil e um copinho me ajudaram a fazer minha filha beber o leite usando a sonda de canudo, vibramos com aquilo, achamos o máximo e a pequena voltou ao normal amamentei até os sete meses, parei por opção da minha filha.

A terceira gestação foi muito ativa e com bem mais informação no que diz respeito a parto e primeiros cuidados básicos com o bebe, tudo correu bem, fiz o pré-natal com o mesmo medico que fazia minhas ultrassonografias, coloquei a ideia do parto normal e ele me deixou a vontade para prosseguir se eu achasse a melhor escolha e ficamos assim, sem data marcada para cesariana,

No dia 24 de março, as exatas 07h00min da manhã comecei a sentir contrações, contrações mesmo, e fui para o hospital, chegando lá não tinha condições de andar, sentia meu filho saindo e bastante dor que pra mi eram as dores do parto e não apenas dores de contração, fui examinada, na tentativa de fazer exame de toque viram que não seria necessário, existiam 10 dedos de dilatação, sem rompimento de bolsa, achei que deixariam evoluir e que a bolsa estouraria sozinha porem, alegaram que o tecido da minha bolsa era muito rígido e que o bebe não conseguira estourar como não sabia que existia a possibilidade do bebe nascer envolvido com a bolsa e deixei que estourassem ela e as dores aumentaram. Deitaram-me na maca com as pernas nos apoios, eu estava morrendo de dor e gritava, neste momento ouvi a pérola ” Na hora de fazer você não gritou né?!” e eu rapidamente respondi ”E QUEM TE FALOU QUE NÃO GRITEI” a enfermeira se irritou e falou que eu não tinha educação, a dor me fez ignora-la, a anestesista chegou e foi a única que me tratou de forma gentil e disse que aplicaria a anestesia só para que eu não sentisse a cabeça do bebe passar, mas que as dores das contrações não cessariam, até que enfim alguém me explicara algo! A medica entrou, olhou, sem a minha autorização e sem que eu tivesse visto realizou uma episiotomia, e disse a enfermeira   ” – vou deixar ela evoluindo ( me lembrei dos Pokémons ), vou tomar um café, qualquer coisa me chame’‘.

A dor era grande e eu sentia a cabeça do meu filho já saindo, a enfermeira já muito irritada com o meu choro me disse ” – se esta doendo faz força bem’‘, tirei as pernas dos apoios, me sentei segurei nos mesmos e fiz força ela me olhou, eu fiz de novo e ela começou a gritar chamando pela medica dizendo que o bebe estava nascendo, ela correu e o meu pequeno veio ao mundo, graças acho que só a mim, que fiz meu parto confiando em mim mesmo, sem contar com a ajuda de quem estava lá exatamente pra isso.

Me sentei pedi meu filho na mesma hora e após um minuto olhando pra ele entreguei ao pediatra, e entreguei a roupa, em 10 ou 15 minutos me entregaram ele ainda no corredor e fomos para o quarto, me senti tão poderosa naquele momento, me senti grande, senti que poderia fazer qualquer coisa no mundo e me acho sim muito corajosa de ter passado por tudo isso e ter superado tudo tão bem.

Meu Raphinha e eu

 

Os primeiros meses…

Demorei bastante para escrever aqui de novo.
Acontece que são os primeiros meses da gravidez que me pegaram, de jeito alias.
Mesmo sem ter essa intenção, a gente acaba comparando com a primeira gravidez, e nela eu não tive enjoos, e nem muitas mudanças no começo da minha gravidez, só o corpo mesmo que mudou. Agora nesta segunda, veio um turbilhão de sensações diferentes, tive enjoos, vomitei (pouco), fiquei (e ainda estou) com muito sono e muito instavel emocionalmente. Sinto que tem a ver com fato de que nenhuma gravidez é igual e também porque estou me permitindo ter contato maior com meu corpo. Pelos videos, por ler sobre, olho para ele, converso com ele. Tento compreender a mágica da gravidez do ponto de vista do próprio ser em transformação, eu e o bebê.

E enfrentei alguns dilemas, como me sentir inútil por sequer conseguir limpar minha casa, minhas coisas… Eu consigo tirar um tempo para ler, conversar e fazer minhas coisas, mas tudo pela metade, quando percebo já estou bocejando ou morrendo de fome.
Outro foi conseguir me entender com meu marido, que sim, continua com sua vida normal, e eu aqui, doida só falando de partos e bebês. Conversamos muito, pedi apoio ele me pediu compreensão. E assim estamos caminhando, ele agora até começou a compartilhar posts sobre partos, fala comigo sobre o assunto, porque tava tudo meio empacado.

Fui na minha primeira consulta com a GO do postinho…e foi uma decepção. Me falou com todas as letras que com o meu “histórico” eu podia parar de pensar em parto normal, afinal, nossa, meu parto nao teve dilatação, dificilmente vou conseguir neste. :/ Nivel de frustração level mega-blaster. Sem falar que eu falei da minha doula e ela: Hein? O que é doula? Admito que sai da consult querendo chorar muito, e chorei. Mas depois de conversar com a Adele e com meu marido, me acalmei. Sem falar no grupo Parto Natural do face, que super me ajuda.

Bom, outra coisa foi que decidi que quero fazer um curso de doulas! Surgiu uma oportunidade de bolsa num curso e to tentando aqui.

Ah sim, outra coisa, também já me reuni com a cineasta Bia Lelles e o Cinemacaco para organizarmos o roteiro do documentário sobre o meu parto/parto natural em rio preto, e agora é gravar e gravar e gravar o meu diário.
Minha barriguinha está muito bem, crescendo feliz e contente. Já estamos na 10 semana.
Beijoes!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

E aproveito para deixar um parto lindo! Um daqueles que sonho pra chamar de meu!

 

Nascimento de mãe

Olá! Estou um pouco ausente por conta do fluxo de trabalho, mas sem pressa, as coisas vão se encaixando e aos poucos o blog vai crescendo.
Duas coisas, primeira:
-no último dia 11/08 eu menstruei bem gostoso. Daquelas menstruações vorazes. E o mais engraçado é pensar no quanto eu sempre fiquei preocupada em NÃO engravidar, e num determinado momento em que decido engravidar (e, portanto não usar nenhum contraceptivo) nada acontece. Sério, decidi desencanar e deixar “rolar”, porque se fosse pela lógica, simples e reta, eu já estaria grávida. Não estou triste ou frustrada, só fiquei pensativa. Acho que tudo vem no momento certo.


Segunda: eu me reuni com a Lucélia (enfermeira obstétrica) e a Claudia (psicanalista Lacaniana) para discutirmos o parto ativo em São José do Rio Preto, SP. Sim, acho que o termo é bem esse: PARTO ATIVO. Onde a mulher é atuante e ativa, consciente e personagem principal de seu próprio parto.
Conversamos sobre as barreiras, sobre as possibilidade, e sobre a esperança de mudarmos o quadro. Afinal, por aqui o índice de cesárias é ENORME. E poucas mulheres sabem lidar com a própria gravidez.
Pautamos duas idéias:

-curso para gravidas, que trate de temas importantes, diferente do que vemos na maioria dos cursos para gestantes (como, por exemplo, ensinar a dar banho no recém-nascido…)

-Evento para ano que vem, reunindo profissionais da área favoráveis à mudança e público.

Aos poucos, informarei vocês através do blog.
Afinal, quando nasce um bebê, nasce também uma mãe. 

Ensaio Pré-casamento Ingrid e Fabiane

“Não confundas o amor com o delírio da posse, que acarreta os piores sofrimentos. Porque, contrariamente à opinião comum, o amor não faz sofrer. O instinto de propriedade, que é o contrário do amor, esse é que faz sofrer. (…) Eu sei assim reconhecer aquele que ama verdadeiramente: é que ele não pode ser prejudicado. O amor verdadeiro começa lá onde não se espera mais nada em troca.”
(Antoine de Saint-Exupéry, in ‘Cidadela’)

Tive o prazer de fotografar o ensaio deste casal, que apesar de todos os empecilhos provam que o que realmente importa é o amor.
Pela liberdade do amor, pois ele sim é importante.
Fotografia e edição:  Nathalie Gingold

Maquiagem: Reider Pereira

Local: Cachoeira do Mirtão
Making of: (é só clicar na foto)

Ensaio completo: (é só clicar na foto)

Primeira Expo Musas de Si= Sucesso!

Porque foi tudo lindo. Perfeito em cada imperfeição. Sincero em cada olhar. Emocionante em cada voz. Forte em cada gesto. E transcendeu em cada cor.
A primeira exposição do meu projeto Musas de Si foi mais que um sucesso, foi algo quase místico, que pulou o momento e se antecedeu à nova era.

Agradecerei infinitamente à todos que me apoiam e que me amam.
Vocês são SIM, MUSAS (e , pq não, MUSOS (?) )E me inspiram à fazer o melhor.

Só faltou agradecer à Camila Fernandes e à musa Fernanda Tavares!

Em breve fotos !

 

Primeira Expo MUSAS DE SI!

Flyer da primeira expo do meu projeto Musas de Si! Todos por Camila Fernandes ou  Mila F.

Aqui no blog eu já escrevi sobre o projeto. Não viu? Vai lá!! MUSAS DE SI

 

Ganhou o prêmio de fomento à cultura “Nelson Seixas” da prefeitura de S.J. Rio Preto, SP, em 2011.

Será na Casa Kenty, de Alexandre Kaldera   ! (Veja aqui reportagem)  O design da exposição contou com os incríveis Natália Shinagawa (arquiteta) e Diogo Moita (Designer), e também conto com apoio do Timbre Coletivo e artistas envolvidos, amigos, musas…enfim, mega time!

Além da exposição em si, teremos vários artistas falando através da arte, sobre o tema em debate: o que é ser Musa? O que é beleza?

Dança com a apresentação “Born never asked”, inspirada na obra da fotógrafa Francesca Woodman e interpretada por dançarinos clássicos e modernos: Carolina Campos e Thayná Barbosa da companhia Isadora Duncan e Roni Roda do Fusão de Rua.
Teatro com uma cena da peça “Kahlos”, sobre a vida de Frida Kahlos. Com direção de Milton Verderi e atuação de Vanessa Cornélio e Lawrence William Garcia.
Apresentação musical em homenagem às grandes musas da música, interpretadas por Alessandra Lofran e Victor Campos (ambos da banda Contos de Réis)
Karaokê ao vivo, onde a música é tocada na hora e quem quiser cantar é só pegar o microfone, com a banda Lolirock, dos músicos Daniel Verlotta e Bruno Ravagnani

E paines em grafitti inspirados nas musas por Patrícia Campos, Lucas Campos e Fátima Salomeh

Além de muita gente bonita e interessante, num local delicioso para se inspirar e se debater um tema onde todos estão envolvidos.
Será na sexta, dia 15 de junho, em S.J. Rio Preto, vem!!
https://www.facebook.com/events/400569503308360/

Flyer por Camila Fernandes Mila F


Conheça um pouco mais do projeto aqui:
www.wix.com/gingold/musas ou aqui:
https://www.facebook.com/pages/Musas-de-Si/393703130670430


Quero todo mundo lá!!! 

Rio Preto Rock Festival 2012

É tipo assim….

“Galera, a equipe de organizadores do RIO PRETO ROCK FESTIVAL agradece a todos que compareceram neste evento maravilhoso que tivemos!!!
O público esteve de parabéns, em 20 horas de Rock and Roll não registramos nenhuma briga, nenhuma aborrecimento e a vibração estava demais.Muita energia positiva e esperamos o apoio de todos para que possamos realizar a segunda edição em 2013! Agradecemos também ao trabalho maravilhoso das 11 bandas que engradeceram nosso evento: Killing Dogs, A Estação da Luz, Johnnie Rock, Bruno Britto e Banda, Mobil, Os Beatolados, Queen Tribute Brazil, Lizzard, No Quarter, Ozzmosis e Homens de Gelo que conseguiu manter a animação da galera mesmo depois das 6h da matina! LONG LIVE ROCK ‘N’ ROLL!!!”

clica!!!

Aqui, um pequeno registro fotográfico, pois eu não estava lá fotografando e sim filmando.
Vai lá e confere!
(é só clicar na foto)

Rio Preto Rock Festival.
20 horas de ROCK, com tributos e covers dos maiores clássicos do ROCK nacional e internacional.
foi dia 26/05/2012, no Recinto de Exposições de São José do Rio Preto – SP.

www.riopretorockfestival.com.br
www.facebook.com/riopretorockfestival 

Pós TV Lado B

Quarta-feira de estréia!
Nesta quarta (23), às 20:30h, rolou a primeira Pós Tv Lado B, que foi realizada pelo Timbre Coletivo, direto da Casa Kenty.

A Pós Tv é um projeto do Fora do Eixo que busca ressignificar a Tv convencional, através de debates ao vivo na internet. Mais do que um canal, um conceito, a Pós Tv prestigia iniciativas de transmissões em diversas áreas.

A Pós Tv já ocorre em vários pontos do Brasil e, nesta quarta, chegou em São José do Rio Preto!
Foi realizada pelo Timbre Coletivo, com apoio da Casa Kenty.

O debate foi sobre o cenário artístico riopretense.
Confira a cobertura fotográfica (é só clicar na fita):

Clique!
CLique!

Ao invés de censura, amor por favor!

‎17 DE MAIO, DIA INTERNACIONAL DE LUTA E COMBATE A HOMOFOBIA.

Casamento Fabiane e Ingrid. – S.J. Rio Preto, SP – Abril-2012
Foto por Nathalie Gingold.

Slut Club

Clique e veja mais!

Fizemos um ensaio inspirado no filme “Fight Clube (clube da luta)”, só que só com mulheres.  Sim, mesmas regras.

Fotografia e edição: Nathalie Gingold
Produção e locação: Julia Caputi e Adriano Amendola
Modelos:  Julia Caputi, Natália Campanholo, Hellen Rosa, Carla Mariel, Marina Cananda, Raphaela França, Melinda Visalli, Arlete, Carla, Aline e Zeza.
Make up e efeitos especiais: Reider Pereira
Local: Espaço Contracultural Baratazul (Mirassol-SP)
E agradecimento pelo apoio para:  Fatima Salomeh, Jorge Etecheber, Galo de Briga, Unilago,  Espaço Contracultural Baratazul e todos os envolvidos que nos ajudaram de alguma forma.

As vezes me pergunto se o fizemos simplesmente para fazer um contra-ponto ao masculino (do filme) ou à liberdade de também poder fazer isso, mesmo sendo mulher. Será que dá no mesmo?

“Escutem aqui, vermes. Vocês não são especiais. Vocês não são um belo ou único floco de neve. Vocês são feitos da mesma matéria orgânica em decomposição como tudo no mundo.” (Clube da luta)

Não é incentivar algo violento, mas sim, se expressar de maneira livre e lúdica nossos instintos e impulsos primitivos, supondo que existam tais.
O nome é uma homenagem à “Slut Walk” (em português Marcha das Vadias) manifestação que ocorre em diversos países e que começou ano passado:

“A Marcha das Vadias ou Marcha das Vagabundas (em inglês: slutwalk) iniciou-se em 3 de abril de 2011 em Toronto no Canadá e desde então tornou-se um movimento internacional realizado por diversas pessoas em todo o mundo. A Marcha das Vadias protesta contra a crença de que as mulheres que são vítimas de estupro pediram isso devido as suas vestimentas. As mulheres durante a marcha usam roupas provocantes: como blusinhas transparentes, lingerie, saias, salto altoou apenas o sutiã.”

Resumindo: é para questionar mesmo, subverter, colocar à prova, quem disse que o papel das mulheres é o da Donzela indefesa? Incapaz de se defender, de sentir raiva, de bater em alguém. Somos donas e protagonistas da nossa própria história.

Estereótipos? Tô Fora! E bora brigar! Hoje colocarei alguns cartazes e fotos 😉 Em breve, tem mais!

Ah sim! Simultaneamente ao ensaio, foi filmado um curta-metragem por Fernando Macaco…aguardem!!!!
Cliquem na imagem para verem o ensaio completo!

Clique para ver todas as fotos
Clique para ver todas as fotos

SLut Club

Preview do ensaio inspirado no Clube da Luta, mas desta vez quem bota pra quebrar são as mulheres!
E além do ensaio, teremos um curta-metragem dirigido por Fernando Cinemacaco

Aguardem!

Musas de Si

1º Expo na Kenty, Rio Preto: 15 de junho!! Em S.J. Rio Preto, SP
https://www.facebook.com/events/400569503308360/?ref=notif&notif_t=plan_user_joined

Venha conhecer o projeto:
www.wix.com/gingold/musas

Musas 

e dê um curtir na fan page:
https://www.facebook.com/pages/Musas-de-Si/393703130670430

Preview Casamento Ingrid e Fabiane

Aqui uma prévia do casamento da Fabiane com a Ingrid, foi tão mágico e lindo…estou aqui me coçando para postar mais 😉
Foi em Abril, em S.J. Rio Preto, SP.

Aguardem…

Musas de Si

Clique e leia mais

Venha conhecer o projeto:
www.wix.com/gingold/musas

e dê um curtir na fan page:
https://www.facebook.com/pages/Musas-de-Si/393703130670430

Making of Ensaio Janis

E para quem ficou curioso e gostou do ensaio em homenagem à Janis Joplin com a querida Raphaela França, aqui vão as fotos do making of, com um pouco do local, produção e cenas engraçadas 😉

Fotos e tratamento: Nathalie Gingold

Produção: Raphaella França e Jaqueline Rosa

Make e cabelo: Reider Pereira

Assistência geral: Fernando Macaco

É só clicar na foto para ver a galeria!
Clica!

Preview Frida….

Em breve….ensaio em homenagem à Frida Kahlo…

Ensaio Janis Rapha Joplin

Este ensaio foi feito com alegria e liberdade.

Uma homenagem à querida e talentosa Janis Joplin. A Raphaela serviu de modelo pois transpira uma aura como a da cantora, embora seja atriz, é também fã do trabalho e da imagem desta que sempre estará marcada em nosso imaginário.
Incluí trechos de algumas músicas nas fotos.

Fotos e tratamento: Nathalie Gingold

Produção: Raphaella França e Jaqueline Rosa

Make e cabelo: Reider Pereira

Assistência geral: Fernando Macaco 

Aproveitem! Cry Baby 😉 Clique na foto e veja todas as fotos

Clique na foto para ver galeria

http://grooveshark.com/songWidget.swf

Me and Bobby Mcgee

Grito Rock 2012 – Rio Preto

“O Grito Rock Rio Preto produzido pelo Timbre Coletivo, ocorrerá nos dias 08 (SESC e Vila Dionísio), 09 e 10 de março (ambos os dias no SESC e Cervejaria Riopretana). Conta com 29 atrações, intervenções de grafitti e ações promovidas pelas frentes do Circuito Fora do Eixo: Fora do Eixo Letras (FEL), Nós Ambiente, Distro Fora do Eixo.”

Para mais informações, acesse:

www.facebook.com/timbrecoletivofde

www.gritorock.com.br

E-mail:

timbrecoletivo@gmail.com

Clique para ver galeria completa!
Clique para ver galeria completa!

Abraços!

Preview – Ensaio pré-casamento

Aqui, só uma foto para vocês terem o gostinho do ensaio das lindíssimas Ingrid e Fabiane, que se casam em Abril deste ano.

Escolhemo a natureza para ser testemunha deste belo casal.
Em breve, mais fotos.

Grandes abraços!

Libido #03

Terceira edição da Libido!
Tem ensaio masculino pra lá de sensual, textos sobre sexualidade, poemas e contos eróticos e muita, mas muita polêmica.

Atreva-se. Liberte-se. Libido.

Clique na imagem para ver a revista LIBIDO

Aqui você lê um pouco sobre a experiência do Valmir (modelo da Libido deste mês) de posar para mim. Nenhuma das pessoas que posaram para a revista são modelos profissionais e esta foi a primeira que fizeram um trabalho assim.
http://sopadedragoes.blogspot.com/2012/02/voce-nao-vai-acreditar.html
Abraços!

Definições

Tenho que confessar algo à vocês queridos, quando me perguntam: você é fotógrafa? E fotógrafa do quê? – Fico pensando em todos os trabalhos em fotografia que já fiz e naqueles que eu realmente senti prazer em fazer.

E me dei conta de uma coisa: gosto de desvendar.  Seja um personagem imaginário, seja o olhar de uma pessoa.
Sentimentos, belezas, momentos…com as lentes, mostro ao mundo como o vejo. É quase que um tradutor,  que consegue trazer à tona aquilo que meus olhos sentem.

😉

Precisa desvendar algo? Entre em contato, faço portraits e ensaios pessoais. Também trabalho com moda, arte e animais.

Nathgingold@gmail.com

Angelica Arcanjo (Raquel Felipe MGMT)

Aqui você vê um pouco mais sobre o meu trabalho:

www.wix.com/gingold/photo
Abraços!

APAVOREXXX na Kenty

Editorial party Apavorexx na Kenty, teve arte, beleza, timbre coletivo, teatro, música ao vivo, diversão, profissionais e claro, cerveja 😉

 

Foto: Nathalie Gingold
Produção Executiva: Alexandre Kaldera

Make e look: May van Bell

Modelos: Nathália Gongora Silva , Rafaa Arcurio,  Daniela Barreira Sousa,  Vanessa Morelli , Kamila Moreira, Angelica Arcanjo (Raquel Felipe MGMT)

Clique na foto para ver a galeria completa !

 

Clique na imagem para ver galeria completa
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Sexta 13 na Kenty

Editorial Party, dia 13 de Janeiro, na Kenty….demorei, mas postei!

 

Foto: Nathalie Gingold
Produção Executiva: Alexandre Kaldera
Make: Pâmella Mesquita
Look: May van Bell
Modelos: Nathália Gongora Silva , Daniela Barreira Sousa, Luana Verri, Ludmila Verri (Raquel Felipe MGMT)

E convidados: PoetizaPâmella Mesquita, Gerrah Tenfus, Thassia Almeida, Juliana Merengue.

Clique na foto para ver a galeria completa

 

Clique na imagem para ver galeria

Libido #02

Sexta-feira é um ótimo dia para lançar a Libido #02…

Esta segunda edição da revista Libido vem repleta de carinhosos beijos e demorados abraços.

Fotografei a Rapha, o Mauro e o Murilo, em estado de puro amor e sensualidade.

Seus lindos!

Cliquem na foto e boa sexta!

Para quem ficou curioso em ver a primeira edição, clica aqui:  https://agrandegaia.wordpress.com/2011/11/28/libido-01/

Grandes abraços!!!

Kenty’s house

#ocupeakenty 2012…. ja começou a invasão da arte….

Aconteceu na última quarta-feira (28/12) uma invasão de arte em S.J. Rio Preto!

No Studio Kenty vários artistas se reuniram para respirar arte, criar e claro, celebrar a vida!
E que venha 2012 com muita arte !

Alguns dos artistas que estavam por lá:

Alexandre Caldeira, Fernando Macaco, Lucas Campos, Reider Pereira, Wagner Orniz, Jef Telles, Pedro Gabriel Torres, Gerrah Tenfus, Marcos Madi, Vanessa Morelli, Daniela Barreira Sousa, Graziella Cavalcanti, Renato Alfer, Nathália Gongorra Silva….Esqueci de alguém?

Que prazer fazer parte disso tudo! Venha com tudo 2012!

Vantagens da Fotografia profissional

Porque contratar um fotógrafo profissional?

 

Fotografia é uma área técnica onde o investimento de capital é intensivo. Tanto o investimento em relação a equipamentos (câmeras, iluminação e periféricos) quanto em relação ao conhecimento prático. Isso sem contar que é uma área onde a experiência ainda se faz muito necessária.

Existem inúmeras vantagens em se contratar um fotógrafo profissional.

Qualidade é a primeira e a maior dessas vantagens.

(Imagem feita para site das Lojas Lívia- Perfumes Importados)

Imagem feita para Lojas Lívia

Isso é importante e significa que você valoriza o seu produto ou serviço e investe na sua empresa. Consequentemente, aumenta sua credibilidade, suas vendas e seus resultados. É a qualidade que atrai os clientes em primeiro lugar.

Imagens com qualidade vão garantir que você se destaque entre seus concorrentes e até mesmo passe a competir com outros concorrentes que já investem em imagens profissionais e, possivelmente, nem sejam tão bons quanto você e o seu negócio.

O material promocional de seus produtos ou serviços devem refletir uma qualidade tão boa quanto ao de seus maiores concorrentes e, para isso, uma imagem também de alta qualidade é fundamental. Ver o produto antes de comprar, conhecer a estrutura da sua empresa, avaliar o atendimento da sua equipe é o que seu cliente vai querer sempre.

E note bem: se o caso for de venda de produtos online ou prestação de serviços online, a exigência por parte do cliente vai ser maior ainda.

(imagem feita para sorveteria Soft Mania)

Imagem feita para sorveteria Soft Mania

 

Experiência, rapidez e precisão são as outras grandes vantagens de se contratar um fotógrafo profissional.
Um profissional experiente sabe operar detalhadamente uma câmera e seus equipamentos para obter a imagem que você precisa. E não é só isso: ele sabe tudo sobre diafragma, obturador, luz, brilho, contraste, profundidade de campo, balanço e correção de cor, conversões de arquivos digitais e muitos outros detalhes técnicos que você nem imagina que existam.

Com base nesses conhecimentos, a qualidade, a rapidez e a precisão colocam você em pé de igualdade com os seus concorrentes na corrida por vendas ou na conquista de novos clientes. Qualquer atraso ou falha de qualidade no material fotográfico pode representar prejuízo. Lembre-se que o seu concorrente estará na sua frente, vendendo mais e encantando mais consumidores.

(Imagem feita para Atelier de bolos Nilce Mota)

Imagem feita para Atelier de Bolos Nilce Mota

Fotografar por conta própria, ou aceitar ajuda de amigos, fará você perder um tempo precioso que poderia ser empregado em atividades mais importantes sob sua responsabilidade. E pode também ocorrer um perigo: a geração de imagens que não correspondam com a fidelidade necessária aos seus produtos ou serviços.

Se o mais importante para você é a qualidade da fotografia e os resultados que ela proporciona, opte sempre por um bom profissional.

Mostre que você se preocupa com a sua imagem e que tem o mesmo cuidado como se estivesse escolhendo um novo membro para sua equipe, o seu designer, a sua agência de publicidade ou a matéria-prima utilizada em seus produtos.

(Imagem feita para Atelier de bolos Nilce Mota)

Imagem feita para Atelier de Bolos Nilce Mota

Você não garante aos seus clientes que o seu produto ou serviço é sempre a melhor opção? pois, com a imagem dos seus produtos e da sua empresa é a mesma coisa. Tem que ser a melhor opção. E para isso, seja profissional também até o último momento!

Depois de empreender e lutar para colocar sua empresa no mercado, torná-la competitiva e muito próxima de ganhar novas fatias de participação, você não pode deixar de ser profissional nem correr riscos desnecessários quando se fala em imagem dos seus negócios, não é verdade?

Seja seletivo na escolha de quem vai produzir suas imagens da mesma forma que seus clientes são ao escolher que produtos comprar ou que serviços contratar. Você, assim como seus clientes, sabe que ser seletivo é fundamental.

A imagem de um produto, de uma empresa ou de um evento não é um momento efêmero. Ela pereniza a história de seu empreendimento na memória de seus clientes e prospects. Pense nisso.

 

Abraços!

Fotos em Movimento (!) (?)

A fotógrafa novaiorquina Jamie Beck   mudou totalmente o conceito de GIFs animados ao criar uma respeitada forma de arte, apresentando fotos extremamente impressionantes.

Para quem não sabe, os GIFs animados são famosos na internet. Entretanto, a grande maioria tem caráter humorístico e não guarda grandes preocupações com a qualidade das imagens. O que Jamie faz é exatamente o contrário. As imagens possuem incrível realismo e chama atenção pelos detalhes.

Batizadas como “cinemagraphs”, ela busca não esgotar as possibilidades de uma imagem. Esta realmente parece ser a chave para criar uma arte respeitável.

Usando o mesmo conceito, surgiram algumas imagens baseadas em filmes famosos. Algumas sofreram sutis modificações e outras chegam a ser bem engraçadas. Confira a seleção.

Scarface (1983)

Scarface (1983)

Broken Flowers (2005)

Broken Flowers (2005)

Psycho (1960)

Psycho (1960)

A Vida Marinha com Steve Zissou (2004)

A Vida Marinha com Steve Zissou (2004)

O Iluminado (1980)

Em breve,  novidades por aqui 😉

Aguardem mais fotos em movimento….

Beijao!

Libido #01

Trago para vocês uma publicação repleta de beleza e sensualidade, tanto nas palavras, quanto nas imagens.

Libido.

Esta revista virtual tem como ideal buscar a libido, em sua forma, simbologia e sabor,  transcrevê-la, quase que literalmente.

Atreva-se e clique na foto…

Clique aqui
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Libido #01

Festival Percussivo e Entardecer na Represa

Sempre que anunciam algo no anfiteatro da represa, tenho vontade de ir, só pelo lugar. Te garante um dos melhores poentes da cidade e ainda por cima regado à arte!

Domingo passado, foi a vez do Festival Percussivo!

E eu me acabei!
Me emocionei com a dança, com a música, com a beleza…e me acabei de dançar também!

Abaixo algumas fotos e em breve um video, por Fernando Macaco, aguardem!

Clique p/ ver galeria completa
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E aqui um incrível video, por Fernando Macaco

Ensaio Pin Up

Tudo começou com um contato da Tv Tem, sobre uma matéria no programa “De ponta à ponta” sobre os anos 50. Decidimos fazer um ensaio de pin-up no Lucy ‘n Burguer. Em dois dias o produtor Wagner Orniz foi atrás de tudo. E no dia do ensaio, todos ansiosos.

O Lucy’N Burguer é todo inspirado nessa época, com as cores, ícones (como  Marilyn e o Elvis) e até pratos, você se sente numa viagem ao tempo, em plena América do Norte. É fascinante.

Depois que a produção do Wagner Orniz e da May Van Bell (aliás, é dela a maioria dos figurinos, e quando eu digo “dela” quero dizer que ela os criou e costurou) chegaram…tive certeza: seria um ensaio incrível.

A modelo L. V., foi mostrando aos poucos seus traços de diva e o maquiador Carlos Martins, realçando cada detalhe…
A equipe da Tv Tem já estava à postos para as suas imagens, assim como o Fernando Macaco (que fez o Making of) e a Nádia (a solution girl).

Aos poucos começamos o baile…dois passos pra lá, luzes, música ambiente e um belo milkshake!

Depois seguimos para o estúdio Kenty do querido Alexandre Caldera, onde terminamos o ensaio com chave de ouro.

Queridos, equipe, profissionais: obrigada. Vocês são ótimos e o resultado não teria como ser outro!

Confiram as fotos!

Clique para ver galeria completa

E confiram o incrível making of , filmado e editado por Fernando Macaco:

Ensaio de pin up feito no Lucy’n Burguer Rio Preto e no estúdio da Kenty, do Alexandre Caldera.
Modelo: Ludmilla V.
Fotografia: Nathalie Gingold e Wagner Orniz
Produção: Wagner Orniz
Styling: Wagner Orniz e May Van Bell
Make up: Carlos Martins
Hair stylist: May Van Bell
Making of: Fernando Macaco
Assistente de fotografia e produção: Nadia Nagel

Agradecimentos à Anderson Müller e Bárbara Scossa,

da Tv Tem, que gravou uma matéria, juntamente com o ensaio pro programa “de ponta à ponta”
Obrigada à todos!

Bodas de Prata Jamil e Adislei Nassif

“25 anos passam rápido quando o amor é o alicerce de um lar como o de vocês.”

Foi um prazer fazer a festa de Bodas de Prata do casal Jamil e Adislei Nassif. Num clima extremamente sofisticado e intimo, eles reafirmaram seus votos e mostraram o quanto o amor, quando visto com os olhos do tempo, soa belo e harmonioso. Emoção é pouco. Ver os filhos, os amigos e os parentes ali, chorando de emoção e acompanhando com carinho cada palavra da história do casal.

Parabéns mesmo. Que venham mais 25 anos de amor e harmonia!!!

A cerimonia e festa foram realizadas na casa do casal e a decoração foi feita pela Astérias Flores (17) 322 778 07

Confiram as fotos:

Clique para ver galeria completa
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Novidades no vento

Eu sequer preciso dizer que nunca mais entrei “direito” no blog, né? Vocês perceberam… E nem vou prometer que agora volto, porque prefiro fazer do que ficar prometendo.

Estou trabalhando muito, e alguns trabalhos não podem ser publicados ou ainda não estão prontos…Mas, heis que tive a idéia de, pelo menos, informar à quem lê este querido blog, sobre tais novidades!

Um pedaçinho de um dos ensaios do Musas

Projeto Musas de Si. (Para quem não sabe do que estou falando, clique aqui: Musas de Si – Atualizado )
Estou escolhendo as 20 melhores de cada ensaio para montar um “esqueleto” do livro e da exposição. Como eu sou leiga em diagramação e produção de exposição, chamei o Alexandre Caldera e o Wagner Orniz para me ajudar. Juntos, nós tivemos algumas idéias para tudo, desde a divulgação do projeto, até o formato do livro. Como ainda estamos organizando tudo, ainda não vou contar detalhes, mas assim que algumas coisas estiverem mais “palpáveis” eu conto.
Estamos organizando um manifesto sobre a beleza, para divulgar o projeto, e neste a idéia é juntar alguns artistas para falar, através da arte de cada um, sobre o MUSAS.
Aguardem!

Trabalho no “Princess Cruises“. Fui contratada como fotógrafa nesta empresa, como eu não tenho o visto americano (e e necessário) eu ainda estou esperando pela minha data da entrevista no consulado, que é no final de novembro. Até lá, vou aguardando. Depois da entrevista, aí sim, terei que esperar pela data de embarque. Ou seja, a partir de Dezembro minhas datas começam a ficar mais abertas, pois, pelo que entendi, eles chamam bem em cima…tipo, uma semana antes da sua data de embarque. =] Wish me luck! Eu vou continuar postando aqui no blog, sobre o trampo, os lugares e tudo mais. Se quiserem, conheçam a empresa, que é uma das melhores em cruzeiros do mundo: http://www.princess.com/

Workshop de Fotografia em Rio Preto. Sim! Já estou organizando um workshop que terá três módulos: o básico, o ensaio fotográfico e a edição digital.  Eu já dei uma oficina na UNESP Rio Preto, na semana de letras e deu tudo certo, confira: oficina de fotografia  . Mas o tempo foi mega curto!

Estou planejando o workshop com tempo de sobra, pra conversar, ensinar e todos botarem a mão na massa, ou melhor, na máquina!!! Assim que tudo estiver “nos conformes”, anuncio por aqui e pelas mídias sociais. Pelo que vi, já tem bastante gente animada!!!!! Aguardem!! Será DIVINO!!!

Foto por Alexandre Caldera

Bastante coisa né? E ainda to “enfiada” em:
– uma revista nova
– ensaios extremamente bem produzidos em conjunto com o Wagner Orniz (viram o preview do último? não? Clica aqui Preview Ensaio Pin Up )
– um projeto que envolve poemas, fotos e palavras (do poema) escritas pelo corpo do modelo à ser fotografado.
– Ja chega né?

Queridos, vou lá que tenho que fazer o trem andar.

Kisses!

Volto aqui com o andamento disso tudo, grandes abraços!!!!!!!!

Preview Ensaio Pin Up

Fiquem com o gostinhao de quero mais…

Ensaio de pin up  feito no Lucy’n Burguer Rio Preto e no estúdio da Kenty, do Alexandre Caldera.

Modelo: Ludmilla Verri
Fotografia: Nathalie Gingold e Wagner Orniz
Produção: Wagner Orniz
Styling: Wagner Orniz e May Van Bell
Make up: Carlos Martins
Hair stylist: May Van Bell
Making off: Fernando Macaco
Assistente de fotografia e produção: Nadia Nagel

Agradecimentos à Anderson Müller e Bárbara Scossa, da Tv Tem, que gravou uma matéria, juntamente com o ensaio pro programa “de ponta à ponta”

Aguardem…

Casamento Manú e Thi

Este casamento é daqueles que, além de um incrível trabalho, nos traz amigos e boas lembranças.

Eu e o casal, nos entendemos de primeiro, conversamos e eles foram me explicando os detalhes da festa. Me contaram a história deles, que já conta 12 anos de namoro. Me falaram sobre a lua. Me falaram sobre a vida. Me falaram de amor. Eu estava ansiosa para participar da festa, sim, porque neste caso eu me sentia parte daquilo tudo, daquela felicidade e amor. Não só como simples espectadora que sou, mas como um detalhe importante do todo.
No dia 16/07/2011,  eu e o Fernando Macaco acompanhamos os noivos se preparando para a festa.

O casamento foi todo feito num restaurante em Mirassol, no lindo e requintado LA NOSTRA BEA   ,  foram 15 convidados e um carinho enorme envolvendo cada detalhe.
Aos poucos fomos rodeados por aquela linda família, em cada conversa, em cada olhar…me senti mais do que lisonjeada (e, porque não sortuda?!) de estar ali, naquele exato momento, de poder fazer parte de algo tão mágico. Momento este que, como venho contando, contagiava.

Fiquem com as fotos, e contagiem-se por este lindo casal:

Clique aqui para ver a galeria completa

Casamento Carol e Wellington

 

“O milagre do amor é que ele nos é dado para que possamos dividi-lo com os outros.”

 

Tive o prazer de fotografar o belíssimo e requintado casamento da Carol com o Wellington.

Ela se preparou no Laimer Hair Studio http://www.laimer.com.br/ . A cerimônia religiosa e a festa foram no O.B.B. ( Organização Bernadete Buffet ) – www.obbbuffet.com.br 

 

Clique na imagem para ver galeria completa

 

Grandes abraços!

 

 

Entrevista Rio Preto em Pauta, canal 30

Olá!

Algumas semanas atrás fui gentilmente convidada por uma das Musas de Si, a Gianda Oliveira , para ser entrevistada pela RPTV . A entrevista seria sobre cinema e fotografia, e, além de mim, tive o prazer de compartilhar o “bate-papo” com a cineata Rio Pretense (e amigona)Bia Lelles .

Eu (pra variar) estava bem nervosa…mas fui me acalmando ao ver que seria mais uma conversa do que uma entrevista quadrada, com roteiro e tals. Foi uma conversa, tanto que até errei na hora de falar o nome do livro (que ver-go-nha), mas foi ótimo!

Quero agradecer publicamente à RPTV e toda a produção e principalmente à Gianda, pelo apoio e iniciativa de divulgar o nosso trabalho e paixão.

Muitos sucesso à todas nós!!

Veja a entrevista aqui: http://www.rptv.tv.br/v1/index.php?option=com_content&view=article&id=898:rio-preto-em-pauta-pgm-8&catid=53:rio-preto-em-pauta&Itemid=60

Grandes abraços!!!

 

 

Musas de Si no Jornal Bom Dia

Hoje foi publicada uma matéria sobre o meu projeto “Musas de Si” no jornal Bom Dia Rio Preto, aqui da cidade. Tivemos o privilégio da capa do caderno Viva com uma ótima matéria falando do projeto. Fui entrevistada pelo jornalista Fernando Belucci durante a semana e ele conseguiu transcrever boa parte da idéia, ele também entrevistou uma das retratadas no projeto, a Jhenifer.

Para quem ainda não viu, já escrevi no blog sobre o projeto, aqui

Enviei algumas fotos e : voilá!

Quem quiser ler a matéria completa, ou compra o jornal ou (para quem não é de Rio Preto) entre aqui: http://www2.redebomdia.com.br/flip/rio_preto/2011/5/29/index.html que é uma versão online do jornal.

Só tenho um detalhe, ele errou o nome do livro na matéria…colocou Musas EM si. Mas, nada que uma nota não resolva 😉

Grandes abraços e muito obrigada ao jornal por incentivar projetos artísticos da nossa cidade, precisamos cada vez mais disso!

Metamorfose e Ademar Guerra 02

Este post é uma continuação do post anterior!! ( aqui )

Aqui, um video sobre os nossos primeiros encontros!!

Confiram, está incrível!

Grandes abraços!!!

Metamorfose e Ademar Guerra

Como vocês já devem ter visto, em post anterior ( aqui ) faço parte de um grupo de intervenções urbanas chamada de Cia. Núcleo 2 , e estamos com o projeto do “Processo Metamorfose”.  E porque esse nome? Pois transforma uma intervenção urbana, totalmente teatral, em algo audiovisual, em um curta-metragem. Ou seja, o registro do momento já é diferenciado e se transmuta em audio e video, tomando novas e diferentes formas.

No grupo: Jef Telles, Fernando Macaco, Gustavo Hidalgo, Cássio Henrique e eu !

Bom, este ano estaremos com duas intervenções “oficiais” no Festival Internacional de Teatro (FIT) de São José do Rio Preto,SP, cidade sede do nosso grupo. Dê uma olhada aqui:

Como as coisas estão

Linha do Tempo

E também fazemos parte do projeto Ademar Guerra Ademar Guerra :

“Criado em 1997, o projeto do Governo de São Paulo tem por objetivo propiciar orientação artística a grupos teatrais em atividade no interior e litoral do Estado.”

No último sábado recebemos o nosso orientador, que seguirá no acompanhando até o fim do ano.

Ele é o Clayton Mariano, confiram um pouco da carga dele:

” Clayton é formado pela escola de Arte Dramática em São Paulo (EAD/ECA/USP) e bacharel em Letras pela Universidade de São Paulo. É fundador do grupo Tablado de Arruar    no qual se dedica ao trabalho de ator e pesquisador de teatro e intervenção urbana. Junto com sua companhia esteve recentemente em Berlim para a montagem do espetáculo Haut aus Gold/Novos Argonautas (estréia prevista no Brasil em 2010) com direção de Tilman Koeller e seu coletivo em parceria com o Maxim Gorki Theater de Berlim.
É organizador do livro Teatro de Rua em Movimento 1 e como autor prepara mais duas publicações para serem lançadas no próximo ano.
E participou como ator do filme “Lula, o filho do Brasil”  , como o personagem Lambari.”  Visto  aqui

Veja mais trabalhos aqui 

Foi um encontro incrível, com uma  intensa troca de informações e de idéias. Em breve mais informações dos encontros e também dos nossos ensaios, que serão divulgados, tanto aqui quanto no www.glupt.org

Aqui, algumas fotos o encontro:

Clique aqui para ver a galeria completa

Grandes abraços e até o próximo post!

Musas de Si – Atualizado

 “essa imagem de si de que o outro reveste você e que a veste e que, quando desta é desinvestida, a deixa? O que ser embaixo dela? (…) sua nudez ficou por cima a lhe dar seu brilho?” (LACAN, 2003, p.201).

CORPO IMAGEM LACAN

Hoje irei falar sobre um projeto: Musas de Si.

Tudo começou meio que sem querer, com o ensaio da  Jhenifer quando estava grávida. Ela me pediu: quero um nu. E o seu resultado foi inesperado e interessante, após o ensaio, ela olhou para as fotos e não gostou de quase nenhuma. Não que meu trabalho tenha que ser bom sempre, mas eu não via o que ela estava vendo. Eu não encontrava as imperfeições e críticas naquele ensaio, ele estava inexoravelmente belo e forte. Ela sequer quis pegar as fotos naquele dia. Eu fiquei pensando a respeito e deixei as coisas como estavam, escolhi as fotos que mais gostei, editei e aguardei. Isto foi em maio de 2010.

Um pouco antes disso tudo, eu havia me deparado com alguns textos sobre o corpo e a imagem de Lacan e percebido o quanto a imagem está ligada à nossa identidade e às movimentações psíquicas, colocando em xeque a nossa percepção daquilo que é realidade. Nem quando nos olhamos no espelho enxergamos o que é real. Tanto pelo próprio objeto, que nos mostra invertido, quanto pelo nosso olhar, impregnado de significados e significantes. “O real não é a realidade” (Santaela). É aquilo que o Simbólico não consegue simbolizar e que sobra como resto do Imaginário.

Em torno de dois meses depois ela veio buscar as fotos e desta vez, olhou para as fotos e se emocionou. “Estão maravilhosas” ela me disse.

Todo este processo me encantou e percebi ali uma possibilidade quase terapêutica de trabalho com a auto-imagem da retratada.  Me deparei também com todo um campo de estudo tanto na área mais técnica da fotografia (estudo de luz sobre o corpo nu), quanto no questionamento  simbólico/social acerca da beleza.
No caso específico do ensaio da Jhenifer o que interferiu foi o fato de que ela estava passando por momentos delicados em sua gravidez, que refletiu em sua identidade corporal.

Achei a idéia de fazer ensaios de nus femininos, buscando esta reflexão, tão incrível que comecei a estruturar meu projeto.

O que quero com esses ensaios é dar voz ao corpo, é deixá-lo gritar sem mordaças sociais. Quero deixá-los livres para falar, tanto com quem está de fora, quanto com a própria pessoa retratada. Comecei a falar com algumas amigas e colegas sobre a ideia e as candidatas foram aparecendo aos poucos, meio tímidas no início, mas cheias de vontade de trazer algo à tona. Decidi que queria fazer um livro, compartilhar este projeto com outras pessoas, com quem não estava envolvido e com quem só estava curioso.

Isto tudo começou em Setembro de 2010, de lá pra cá, fiz 20 ensaios, com a mais variada gama de personalidades e belezas. Com mulheres de São Paulo e São José do Rio Preto, SP. Com escritoras, secretárias, estudantes, mães, agentes de viagens, jornalistas, advogadas, dançarinas, ilustradoras, atrizes, pesquisadoras, sendo o único critério de seleção o fato de ser mulher e de querer entrar em profunda reflexão de seu próprio corpo e beleza.

Com este primeiro post, inicio uma série falando deste projeto, de seu andamento e de suas peculiaridades. Não postarei fotos dos ensaios que mostrem o corpo das modelos, mas sim, algumas de perfil.

Farei exposições antes do lançamento do livro, que serão devidamente divulgadas.

Algumas das modelos, já escreveram sobre os próprios ensaios, confiram:

Mila Fernandes

Nathy Silva

Paty Soares

Roberta Nunes

Fernanda Tavares

Estar do outro lado dos ensaios foi igualmente mágico e eu me senti entre deusas. Entre Musas gregas .
Deusas dos olhares. Deusas das curvas. Deusas das sombras e das luzes. Deusas registradas pelas lentes de uma mortal, pasma de tanta beleza, de tanta vida e de tanta coragem.Mulheres lindas e normais, sem as imposições sociais do que é ou não belo.

Cada uma com um ensaio completamente distinto, sendo o nu o único ponto em comum.

Musas de Si pois inspiram, através da própria beleza, a transformação da realidade, da arte, do mundo, do outro, de si mesmas.

Márcia Oliveira, SP.

“Não é sair bonita na foto que faz uma mulher se sentir bem. É sentir-se bem que faz uma mulher sair bonita na foto. ” ( Mila Fernandes )

Que sejamos a beleza que queremos no mundo.

Até o próximo post!!!

Rodrigo Sá Tatuador

“A tatuagem (também referida como tattoo na sua forma em inglês) ou dermopigmentação (“dermo” = pele / “pigmentação” ato de pigmentar, ou colorir) é uma das formas de modificação do corpo mais conhecidas e cultuadas do mundo. Trata-se de um desenho permanente feito na pele humana que, tecnicamente, é uma aplicação subcutânea obtida através da introdução de pigmentos por agulhas, um procedimento que durante muitos séculos foi completamente irreversivel (embora dependendo do caso, mesmo as técnicas de remoção atuais possam deixar cicatrizes e variações de cor sobre a pele). A motivação para os cultuadores dessa arte é ser uma obra de arte viva, e temporal tanto quanto a vida.”

Via  http://pt.wikipedia.org

O Rodrigo Sá é um incrível tatuador da cidade de São José do Rio Preto,SP, eu tive a imensa oportunidade de não só fotografá-lo como também, ser tatuada por ele.

Abaixo, o ensaio clicado em São José do Rio Preto,SP

Ele fez questão de homenagear a cidade, destacando pontos turísticos e característicos da cidade.

Ficha técnica:

Fotografia e edição: Nathalie Gingold

Assistente de fotografia e filmagem: Fernando Macaco

Modelo: Rodrigo Sá

Entre em contato com ele pelo facebook>https://www.facebook.com/rodrigo.sa01

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Casamento Sandra e André

“… E os dois tornar-se-ão apenas um!”

Tive o prazer de fotografar o belíssimo casamento da Sandra e do André.

A noiva se preparou no salão Romano Cabeleireiro , a cerimônia religiosa foi na  Paróquia Menino Jesus de Praga e a festa na Casa de Portugal .

Clique aqui para ver a galeria completa

Grandes abraços!

Cinema-Atualizado!

Sempre fui apaixonada por filmes. Quando pequena, ia ao shopping com meu pai só para vermos um filme. Sempre foi fascinante, acho que desde que aquela primeira exibição dos Irmãos Lumière que o cinema encanta…

Mas cá entre nós, no meu imaginário infanto-juvenil, cinema era algo misteriosamente distante e sequer passava pela minha cabeça que eu pudesse trabalhar com isso, ver um filme sendo feito ou mesmo fazer um filme. Sério. Por incrível que pareça, eu tinha a mesma ideia relacionada à fotografia (profissional, claro). Não sei se isso é porque eu não tenho ninguém na família que trabalhe com isso, ou se é porque eu nunca tive grana ou se isso era maluquice minha.

O duro, é que a realidade não está muito distante dessa maluquice.  Para fazer filmes no Brasil é difícil, falta grana e pessoal qualificado. Mesmo com um notável crescimento da área, ainda são poucos os empresários executivos “interessados” em cinema por aqui. Agora, imagina fazer filme no interior de São Paulo. Mas não estou falando de Paulínia. E sim de São José do Rio Preto, no noroeste paulista.

Meu marido, o Macaco, sempre amou e sempre quis trabalhar com cinema (e olha que o máximo que ele se imaginava era trabalhar numa vídeo locadora). Mas, como eu falei, ainda é muito difícil viver de cinema. Ele trabalha com filmagens comerciais e eventos. Mas, nas horas vagas, foi se juntando com pessoas que tinham a mesma paixão que ele. Sem grana, sem tempo, só com a paixão mesmo.

Uma dessas pessoas é a Bia Lelles. É dela que falarei hoje. Com ela, desbravamos as terras desconhecidas e selvagens do cinema. Ui!

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A CAMINHO DO CÉU

Quando conhecemos ela, foi exatamente para participar do seu primeiro curta-metragem, chamado “A caminho do céu”.

Eu falei dele aqui no Blog, relembre aqui:

>https://agrandegaia.wordpress.com/2009/08/07/a-caminho-do-ceu-curta-metragem/

>https://agrandegaia.wordpress.com/2009/10/16/a-caminho-do-ceu/

E tem um post aqui também>

http://monaluizon.wordpress.com/2009/06/18/a-caminho-do-ceu-bia-lelles/

E aqui o blog do filme>http://acaminhodoceu-filme.blogspot.com/

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RETRATOS

Em seguida, um novo projeto, onde o Macaco foi um dos diretores de fotografia, o curta-metragem “Retratos”, que só vai para a net daqui uns meses, por conta de burocracia em relação aos festivais em que está inscrito.

É baseado no conto homônimo de Caio Fernando Abreu.

O making of ta aqui:

Aqui, dois posts incríveis sobre o filme:

>http://sopadedragoes.blogspot.com/2010/08/retratos.html

>http://luizaureo.wordpress.com/2010/08/24/making-of-retratos-210810/ (detalhe para a modelo mirim em destaque…Sophia Jones, minha filhota)

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COLHERES

E agora, estamos na pré-produção do filme “Colheres”, que fala da solidão no universo feminino. A equipe principal deste curta é formado somente por mulheres. E sabe o que eu fico mais espantada? Como é assustador o fato de “uma equipe formada somente por mulheres” ser algo fora do comum. Enfim. Será feito blog e tudo mais e assim que eu tiver mais informações, passo por aqui também. Espero que gostem 😉

Equipe técnica formada por>

Direção – Bia Lelles
Assistente de direção – Valquíria Menezes
Direção de fotografia – Nathalie Gingold
Assistente de fotografia – Fernando Macaco e Raul Begueline
Direção de Arte – Gianda Oliveira
Produção – Belinha e Maria Clara Begueline
Figurino e maquiagem – Flávia Carvalho
Edição –  Eliane Gonçalves
Trilha sonora – Mila Carvalho
Edição de áudio – Leandro Fermino
Continuidade – Carla Moraes
Produção executiva – Fernando Loria
Still –  Nath Silva
Making of – Alexandre Bordon
Assessoria de imprensa – Mayla Pinheiro
Elenco – Neuza Monção e Ney Catharino

Blog da Nath Silva falando sobre o curta > http://buscandoesperanca.blogspot.com/2011/02/desafio.html

Cada vez mais procuramos melhorar a qualidade do cinema produzido por nós. Cada vez mais percebemos que dá sim para fazer cinema por aqui. E cada vez mais, descobrimos que fazer é melhor que sonhar.

Parabéns Bia Lelles, por transformar sonhos.

Entre em contato com ela>

Twitter: http://twitter.com/#!/bialelles

Blog: http://bialelles.wordpress.com/

Metamorfose – Intervenções e audiovisual (atualizado)

Imaginem um intervenção de rua.  Numa cidade do interior paulista. Com câmeras registrando e interagindo. É algo meio teatral, meio audiovisual. É uma mini peça de teatro, mas em volta dela, alguns profissionais filmam e fotografam. Vira um curta. Vira a cabeça de quem não tinha a menor idéia de que iria ver algo acontecendo, no meio da semana, no meio do calçadão, no meio de São José do Rio Preto.  E vira a cabeça até de quem está provocando a situação.

Investigar, pesquisar, experimentar

Intervir no cotidiano, re-urbanizar, proporcionar um “colírio” aos olhos dos transeuntes da cidade; Eternizar o teatro por meio do audiovisual; Provocar, reinventar (visto aqui http://www.cianucleo2.com/metamorfose/proposta.html)

Fui convidada pelo Jef Telles à participar dessas intervenções. Além de incríveis imagens, a interação nua e crua, ali, no meio do centrão é uma delícia. Cheia de surpresas (boas e ruins), comentários inusitados, olhares assustados e curiosos.

Video sobre o projeto Metamorfose:

Abaixo, algumas fotos da intervenção, confiram 😉

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E o curta-metragem, feito no dia.

Elenco Cássio Henrique / Direção de Fotografia Fernando Macaco / Still Nathalie Gingold / Câmeras Fernando Macaco, Gustavo Hidalgo e  Jef Telles/ Roteiro, Direção, Edição, Som e Finalização Jef

São José do Rio Preto-SP

http://www.youtube.com/user/Gluptvideo

Abraços!