Sobre a Nath

Olá! Tudo bem?

Me chamo Nathalie, tenho a idade do meu olhar, sigo o pulsar do meu coração, ouço a natureza como grande mestra e abro minha mente à expansão.

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Sou fascinada pelas artes e pelo universo feminino.

Trabalho como doula, fotógrafa, coordeno o grupo Gaia Rio Preto,  organizo rodas de mulheres, sou a criadora e fotógrafa do projeto “musas de Si” e estou sempre em busca de mim mesma, aprendendo, questionando, me conscientizando, e em conjunto, levo o conhecimento que recebo aquelas que me procuram.

Aqui um pouquinho mais sobre meu trabalho como doula. 

Se este for seu interesse, vou contar um pouco sobre mim.
Meu início nas artes e nos segredos do feminino veio entrelaçado com minha curiosidade, meu entusiasmo, meu olhar fascinado pela beleza, pelo autoconhecimento  e também por  minha família.

De uma lado, minha mãe, artista plástica, sempre me mostrou as artes com muita paixão, seja com livros, seja com passeios pelo centro de São Paulo, onde descrevia cada influencia nos prédios que víamos.
Me trouxe Klimt e seus dourados e arabescos e mulheres fortes. Me disponibilizou o livro “mulheres que correm com os lobos”, seus mistérios e surpresas. Deixou que eu visse o tarot como algo natural, bonito e como ferramenta de auto-conhecimento, desde minha infância.
Sempre me incentivou à buscar inspiração nos sonhos, de observar a natureza e ler muito.
Com seu exemplo, me mostrou que a beleza e a força são formas muito além de estereótipos.

Minha filha me trouxe a leveza, a vaidade dentro de mim, o carinho e me permitiu resignificar muito da minha infância e do meu feminino. Me traz o aprendizado quanto às minhas dores como mulher, mãe e filha, pois me espelha tudo que lhe transmito.

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De outro, meu pai, que veio da França, morou na Etiópia e encontrou seu lar aqui, na terra dos sorrisos, como ele mesmo diz, e que sempre me fascinou com seus livros do Jules Verne e sua amada cantora Edith Piaf.  A França, a Rússia e o Brasil, formam minha ancestralidade cultural e cada um destes países me ensina algo.

Foi através de um instrumento que captura luz e sombras, que pude exercitar e concretizar meu fascínio pelo mundo e pelas pessoas. E através da minha escuta e mãos que pude aprender a assistir partos, acolher e ser acolhida e treinar muito sobre o amor e o contato físico amável.
Como fotógrafa me permito falar e como doula me permito ouvir e amar.

A fotografia conseguiu traduzir o que, até então, era visto somente dentro de mim, como se, o proprio mecanismo responsável pela passagem de luz através da objetiva  fosse um espelho interior, exteriorizando tudo que em mim pulsava e gritava.

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A doulagem me transformou como mãe, pois pude acolher outras mulheres e com isso acolher as minhas feridas como mãe, com minha mãe e com todas as mães que existem dentro de mim. Me permitiu abraçar com o coração, ouvir as dores sem julgamentos, amar e ser amada. Me ensinou sobre o ciclo vida-morte-vida, onde a donzela morre para renascer como mãe, onde a lua cheia míngua para a nova aparecer e onde todo o nosso ser primitivo grita sons tribais de vida e morte.

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Gosto,(antes da técnica) do sentir, do arrepio incontrolável, do que não se contém, que enche nossos olhos e corações de algo que sequer sabemos descrever. Seja em fotografia, seja nas mulheres.

Gosto dos olhares e seus enigmas.

Gosto das mãos e sua força.

Gosto do gozo e sua sinceridade.

Prazer,
Nathalie Gingold

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