Eu escuto teus sinais ! Relato de nascimento de Enzo

“Vou tentar parir o meu relato de parto.

Se eu fosse dar um título para ele, seria : Eu escuto teus sinais !

Vou tentar me expressar da melhor forma, afinal foram 287 dias gestando, estudando, lendo, me informando, conhecendo gente, me apaixonando por mulheres e lutando por um parto respeitoso.

Conheci médicos, parteiras, enfermeiras, gestantes… Participei de grupos presenciais e virtuais que visavam ajudar e conscientizar as mulheres sobre maternidade. Todos esses meios e pessoas ensinaram alguma lição, e juro aprendi com todas elas.

Esperei durante meses para ter o prazer de sentir na pele o dia mais importante da minha vida.

Cada espaço do meu corpo…
Cada lugar da minha mente…
Cada canto da minha casa…
Cada espaço do meu coração… Foi totalmente tomado e preparado para parir.

Conheci o Commadre, através da indicação da querida Aline Tidori , fui em reuniões e montei a minha equipe com profissionais que conheci lá… Não é exagero se eu disser que no commadre encontrei um colo coletivo ! E um emponderamento consciente e carinhoso.

Durante toda a gravidez, diferente de 95% das mães, tive um bebê sentado na minha barriga …Meu Enzo PELVICO !

No começo meu objetivo era um Parto Domiciliar, mas os planos mudaram quando descobrimos que teríamos que mudar de casa bem na época que o pequeno poderia nascer. E não da pra ter PD no meio de reforma e bagunça. Daí então deu início a minha corrida para achar um hospital com sala de parto e que aceitasse o meu convênio ! Achei o SEPACO, e pela insistência, fui a primeira gestante a conhecer a sala de parto… Bem próximo da minha dpp, a tal sala de “fechou”. Fui entrevistada pelo blog maternar e falei a respeito da minha frustração. Um tempo depois, eu que sou insistente demais, liguei e consegui um retorno do hospital… falando que a sala tinha “reaberto”. Estava tudo certo, ganharia o meu Enzo naquela sala e naquele hospital !

Fiz acupuntura, moxabustão, exercícios de Naoli, compressa do quente e frio, luz e música, longas conversas em baixo do chuveiro, sentada numa banqueta e pesando 81 kg… Pedindo para ele virar… Fazendo massagens na barriga… Mostrando para ele a direção… E quantas manhãs não fiz daimoku com o objetivo de que o melhor acontecesse para nós …

Marido engravidou junto comigo, mas não podia sentir e nem entender certos sentimentos que eu tinha. E eu sabia desde o primeiro dia, e das primeiras ultras, que meu pequeno seria pélvico, acreditem ou não… Eu tive sonhos, e sinais… E sabia que apesar das tentativas, nosso pélvico não queria -ou não podia- virar. A partir daí longas leituras de madrugada sobre os pélvicos, todos os vídeos de parto mais lindos -de pelvico- e até mesmo o aluguel de EPI-NO.

Tinha espaço?! Sim.
Tinha muito líquido ?! Sim.
Ele era um bebê macro?! Não!
Mas ele não virava… E eu precisava entender isso. Aceitei ! Ele PELVICO e NATURAL !

Minha gravidez foi embalada por uma música do Alceu Valença… O refrão dela diz: “Eu já escuto teus sinais”…
Prometi escutar os sinais e respeita-los, mesmo quando foge do esperado.

Chegaram às 38 semanas, uma insana semana, com mudança de casa e organização das coisas com um barrigão enorme e com aquele cansaço físico, mas com uma vontade de louca de organizar tudo para receber o meu pequeno ! Caixa atrás de caixa, sacos e sacos de mudança… Uma semana “punk”. Trabalhando e arrumando bagunças.

No trabalho comecei a sentir contrações fortes. Que me faziam parar o que estava fazendo. A Natalia, minha prima, ria e se desesperava, queria ligar pro Márcio e eu não deixei, liguei para obstetra e disse que as contrações estavam fortes mesmo, como a própria obstetra constatou após um gemido meu… Liguei pro Márcio, que foi me buscar, já chorando claro… Emocionado !

Eu não podia chorar. Fiquei tentando ser forte e pensando “ainda pode demorar muito”, fui pro chuveiro, tentei dormir… Mas as dores aumentavam, ficavam mais intensas e menos espaçadas. Liguei pra parteira, ela mandou a back up para me examinar. E até a querida back up, achou que era TP ! Estava lá, contrações de 5 em 5 minutos e 1 dedo de dilatação ! Eu tava com dor, mas estava feliz ! Queria que demorasse mais um pouco, mas estava pronta !

Foram 3 dias em prodromos, mas não entrei em trabalho de parto…

Eis que chego na 40 semana, e sempre acreditei que não passaria disso. A data se aproxima e eu não sinto medo, nem dúvida, só alegria. Mas aí vem um ultra e me diz que meu Enzo não está mais pélvico completo… E sim pelvico incompleto. Ao invés do bumbum se apresentar primeiro, o pezinho se apresenta primeiro. Mas tudo bem, dá tempo dele ficar numa posição mais favorável durante o trabalho de parto. Vamos esperar ! Pensei…

E dá-lhe acupuntura, sexo, comida picante, dança e caminhada para acelerar o TP.

*Pausa: Desde o começo, nós e a equipe, conversamos sobre os riscos de um PELVICO. E sobre limites e segurança. Nosso objetivo era não deixar que se tornasse uma emergência e um sofrimento desnecessário. O combinado era acompanharmos a evolução do TP

Chegando próximo das 41 semanas, precisei fazer cardiotoco de rotina… Todo mundo sabe que esses exames demoram para conseguir marcar, lá vai eu para o hospital … Pronto socorro é aquela precariedade de atendimento, seja ele público ou particular. Sempre vai ter o cesarista plantonista e as enfermeiras folgadas. Me questionaram do pq eu ainda estava grávida com 40 semanas (?), e me questionaram do porque “esperar” se o bebê estava pelvico. E daí foi… Bullying atrás de bullying. Cardiotoco perfeito.. Liberados após 4 HORAS de discussão e espera!

Outro dia, pressão familiar em níveis alarmantes. Gente chorando, brigando, discutindo… Pra que esperar se ele não está numa posição boa e se já “passou do tempo”?! Escutei isso tantas vezes, que enjoei de responder ! Eu queria esperar o tempo dele, e seguir os sinais dele. Era isso que havíamos combinado !

Mais uma consulta de rotina, e o medo de não entrar em TP ! E lá estava o mesmo dedinho de dilatação, mas com um porém… Dava pra sentir um pezinho do pequeno! Conversamos muito, não dava para induzir. E decidimos esperar mais um pouco…

Chego nas 41 semanas… Contrações sem ritmo, com intervalos longos, muito chuveiro, muita caminhada, muita conversa com ele, muito carinho na barriga… E muita dor ! Sentei e fiz Daimoku… Lembrei que respeitaria os sinais dele. E não foram poucos os sinais… Ele me dizia o tempo todo que não podia virar… E quando aceitei ele PELVICO e natural, ele me surpreendeu, colocando o seu pezinho na frente e chegando na 41 semanas, sem entrar em TP ! Como já havíamos combinado em muitas outras consultas, não deixaríamos que virasse uma urgência e nem um sofrimento. Além da posição não favorável, tive outros motivos pessoais e algumas peculiaridades que me levaram a conversar com a equipe e ser orientada.

Ir para o hospital e aceitar a cesárea, foi a decisão mais difícil da minha vida. Eu me olhava no espelho e chorava… Meu coração me dizia que era o melhor, mas, eu tinha medo. Medo do hospital, medo da cirurgia ! Chegando lá, eu não me contive. Me ver ali naquele espaço, era quase um retrocesso. Mas, eu mesma havia estabelecido limites de segurança… Que podem sem variáveis de acordo com cada pessoa, mas que era o limite para mim !

Eu esperei até onde eu achava que era seguro esperar, fiz de um tudo para ter um parto natural e humanizado. Mas a cesárea existe para me atender ! Afinal… Eu faço parte dos 5% de indicações…

Quando entrei no quarto onde eu ficaria, nem conseguia mais falar… Estava com tanto medo que eu só tremia. Enquanto o anestesista do hospital, lia o meu plano de parto (sim, aquele lá que vocês deram risada), se comprometendo em seguir com o planejado, vinha uma nova contração… E eu sabia que ele estava preparado para nascer.

*Pausa, nesse momento uma outra gestante que também aguardava anestesia me disse “nossa, porque ele explicou o princípio ativo para você ?! Para mim ele não disse nada. Então ali plantei a sementinha da informação compartilhada… Falei sobre o que era Plano de Parto e ela me disse “que legal, na minha próxima gravidez vou fazer um” ! *

Minha equipe chegou…
Eu ainda não conhecia o Jairo pessoalmente (neonatologista que eu escolhi), mas assim que ele chegou, foi tão acolhedor, deu a mão pra mim e disse “Oi Daiane, e esse neném ai?! Vamos fazer ele nascer natural ?! Hahaha.”

E foi o único momento em que eu consegui dar risada. Ele apertou minha mão e disse “Fica calma, você fez de tudo “.

E não soltou mais a minha mão. Sempre carinhoso e atencioso…

A obstetra chegou também, Camila… Minha querida, ganhei mais carinho e mais atenção. Me passou segurança ! Me disse “vai dar tudo certo”. Afinal, estávamos falando de uma cirurgia. Lógico que eu sentia medo ! Me fez tanto carinho… Sorriu pra mim ! E então me senti melhor…

*Nesse momento, eu olhei para as outras mulheres que aguardavam anestesia e senti uma certa culpa… Elas estavam no mesmo barco que eu ! Todas faríamos uma cirurgia, mas, não vi ninguém indo falar com elas, acalma-las… Os plantonistas só passavam para conferir quem era quem… Me cortou o coração… Um momento como esse, mesmo sendo altamente tecnologico, poderia ser mais humano se a equipe do hospital tivesse mais tato…*

O resto é história conhecida… Centro cirúrgico, um monte de aparelhos, aquele cenário hospitalar do qual eu tanto temia e temo. Eu tinha equipe, isso me facilitou um tanto… recebi carinho o tempo todo. Mas aquilo ali não era fácil… Toda cirurgia acaba sendo um tanto quanto violenta… Sentir algo cortando seu corpo, mesmo que não sinta dor, é estranho.

Os cortes terminaram, a Camila tirou meu Enzo de dentro e eu pensava “meu filho, me perdoa se eu tiver tomado a decisao errada”. De repente, ouço a equipe chamar o Márcio para ver, e o Jairo me preparar para pegar o meu pequeno. De repente, me vem meu filho… Cheio de vernix, sangue e líquido amniótico… A via de nascimento foi outra, mas pude ver meu filho, feito minha cria do jeito que eu sonhava. Ele com o cordão ainda conectado a mim. Veio pro meu colo, chorou, mas um choro mais calmo… O Jairo colocou ele no meu peito, mamou na primeira hora e só saiu do meu colo para ir pro colo do pai.

Notas de APGAR : 9 e 10.
Não teve colírio- nitrato de prata.
Não manobraram meu filho de maneira brusca.
Não cortaram o cordão antes de parar de pulsar.
Não deram banho no meu filho, apenas após 24 horas de vida e dentro do quarto, com auxílio do pai.
Não teve aspiração das vias nasais.
Não passou pelo berçário, ficou o tempo todo comigo e com o pai. Mesmo na recuperação anestésica, pude ficar com meu bebê !

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Isso não seria possível se não fosse a minha equipe, atendimento humanizado é isso. Possibilitar as mulheres que mesmo através da cesariana, tenham contato pele a pele e seus outros direitos respeitados !

Meu objetivo não é idealizar o parto cesáreo. De qualquer maneira, trata-se de uma cirurgia de médio porte. E cuidar de um RN, sendo primigesta, longe da família, sem saber amamentar direito… Estando recém operada não é fácil ! E nisso não tem equipe humanizada que consiga interferir… Os antibióticos e analgésicos baixam a pressão, usar o banheiro é difícil e se olhar no espelho após alguns dias é assustador. Dar risada, tossir, abaixar, deitar, sentar ou levantar é tarefa para mulher muito corajosa.

Muita gente acha que a cesariana não dói, mas dói sim. Passei por ela devido à necessidade, pois embora comum, ainda estamos falando de um procedimento cirúrgico. Bato nesta tecla, pois não deve ser banalizada do jeito que está !

Minha luta sempre foi para que a mulher tenha informação e para que o nascimento retome sua essência e seu protagonismo . Que a cada dia as mulheres sejam informadas e as cesarianas ocorram apenas quando bem indicadas.

Por mais equipes humanizadas em todos os campos.

Agradeço a equipe Commadre por me respeitar e me informar !

Agradeço as dicas, conselhos e consultas da querida Thais, que me acolhe e é de longe, uma mulher honesta, firme e apaixonante.

Agradeço as acupunturas e terapias de casal, da querida Ana. Nunca quis fazer acupuntura, depois que te conheci, da vontade de fazer toda semana. Um ser de luz, literalmente.

Agradeço a Camila por ser uma obstetra de verdade. Trabalhar com ética, amor e respeito. Respeitando os limites, e o protagonismo da mulher, informando e sendo tão doce e querida !

Agradeço ao Jairo, por respeitar meu filho e tratá-lo com carinho ! E por responder todas as nossas mensagens -quase diárias- de pais de primeira viagem. Acertei no pediatra !

Agradeço ao Commadre pelo excelente trabalho social. Que envolve amor, carinho e respeito. Se toda a mulher pudesse buscar um refúgio, sendo mãe ou não, aposto que o Commadre seria um bom espaço acolhedor !

Agradeço as minhas amigas, Tatiane,Simone e Natalia, por entrarem no mundo da gestação junto comigo. Mesmo sem ser mãe, mesmo sem muito interesse, mergulharam de cabeça e agora são expert no assunto ! Obrigada por me amarem e amarem meu filho ! Eu também amo vocês !

Obrigada a Lucia (mãe da Stéphanie e da Isa ), por me visitar todos os dias pela manhã (horário que ninguém vai) na maternidade, me ajudando e me oferecendo socorro, agora que estou em casa. Se não fosse ela, eu não teria amamentado direito na maternidade. Obrigada !

Obrigada a minha mãe, por ser minha força… Meu refúgio. Por chorar junto comigo. Por me ajudar a preparar minha casa para receber nosso Enzo, e por respeitar a minha vida e os meus espaços. Amo você ! Agora é avó … Espero que meu filho procure sua casa sempre, como eu procuro , para se reestruturar e equilibrar !

Obrigada a minha família toda, por serem tão amáveis e tão bons, em especial ao meus tios Guga e Flavia por também nos ajudar a deixar a casa pronta ! E emprestar o filho de vocês para me ajudar sempre que preciso, né Wallace?! Obrigada !

Obrigada a família do Márcio, meus cunhados que são super coruja com o pequeno, em especial a Juh e a Yuri (que me ajudam muito, e me presentearam com o melhor presente para uma puérpera: uma almofada de amamentação. Obrigada a minha sogra, que é super avó e está me ajudando e me deixando ser protagonista da vida do meu filho ! Gratidão ! Meu sogro, pelos banhos que tem dado no meu bebê, e todo o apoio !

Obrigada Patricia Gouveia Barreto, por espalhar a semente que chegou até a Aline, e depois até mim ! Graças a você, conheci o Commadre e montei a equipe ideal.

Obrigada Denise, por se voluntariar para ser minha doula. Gratidão pelas mensagens trocadas no whatsapp. Na próxima, já sei quem vai ser minha doula !

Obrigada ao Grupo Gaia, do qual a querida Talita, me apresentou e incluiu. O grupo mais acolhedor e informativo do facebook. Conselhos impagáveis os que eu adquiri no Gaia. Gratidão ! E obrigada a todos os grupos e páginas voltadas à informação verdadeira e de qualidade!

Obrigada a todos os amigos facebookianos, e da vida. Que embora não mencionados aqui, sabem que fazem parte a cada curtida, comentário, inbox ou visita ! Não da para mencionar um por um, mas agradeço a todos de maneira geral. Gratidão !

Agradeço a Mara, que me deu aula de yoga e me ensinou a me conectar em silêncio com meu pequeno e a relaxar. Obrigada querida !

Agradeço também a todos que foram nos visitar na maternidade, em especial uma visita que me emocionou muito da querida Ana e querido Daniel Que me acolheram no projeto guri e na orquestra ! Professor, homem, amigo e exemplo de cidadão ativo. Obrigada por me visitarem, não pude conter a emoção ao ver vocês entrarem naquele quarto. Não esperava receber ainda hoje, tanto carinho de pessoas tão importantes e maravilhosas. O Arthur tem pais maravilhosos e não tenho dúvidas que será um homem maravilhoso também ! Gratidão !

Obrigada a todas as amigas gestantes e mães que também foram importantes nessa jornada, as que aprenderam algo comigo e as que me ensinaram algo também. Que continuemos compartilhando conhecimento e informação… Força no puerpério e feliz lua de leite para vocês (Danielle, Nathalia, Katia,Bruna ,Mariina Miranda, Gabriela)

Agradeço a Nivea, pelas trocas. Trocamos conhecimentos e reflexões, isso é algo impagável ! Obrigada pelas mensagens compridas e por me relatar sua experiência, ela serviu muito para mim. A Sayuri é afortunada…

E por último… Obrigada meu amor, Marcio … Esse do qual o puerpério as vezes afasta, mas que me compreende de todas as maneiras. Obrigada por esse filho e por essa vida. Não imaginava que seríamos tão parceiros assim… Estou na sua vida para te ajudar e te amar, e você está na minha para me amar e me recuperar… Sempre ! O melhor integrante da minha equipe é você. Estamos frágeis ainda, nos abalando com os palpites que vem de fora, mas fico feliz por quando estarmos a sós, nos desintoxicarmos do exterior e nos conectarmos. Você é o homem do qual eu cito sempre que questionada sobre o que é construção, estamos nos construindo e aprendendo a caminhar. O interessante é você nunca soltar minha mão… Eu te amo, amo nosso filho, amo nossa casa, amo nosso amor !

A militância pelo atendimento humanizado e maternidade consciente, continuará ! Sem calar nenhuma mulher e sem desvalorizar sua vida: Antes eu julgava, hoje eu compreendo !

Agora minha jornada segue no puerpério, amamentação exclusiva e sob livre demanda, criação com apego e sem dependência, cama compartilhada e Alimentação BLW.

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No fim deste relato o que percebo é que a maior parte dos agradecimentos foram voltados para as mulheres. Este filho veio para me ensinar muitas coisas, entre elas, a preservar o sagrado feminino. Gratidão por tantas mulheres na minha vida …

É isso !
(PS: Demorei 9 dias para conseguir escrever, só pra vocês terem noção)”

Relato gentilmente cedido por Daiane Oliveira

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