A mulher selvagem 01

Hoje inicio um série de posts sobre um livro que amo: Women Who Run with the Wolves – de Clarissa Pínkola Estés (Mulheres que correm com os lobos).
Este livro é uma obra extremamente profissional, resultado de um trabalho exaustivo da autora em trazer à tona antigos mitos, que segundo ela, trazem a chave para nos entendermos melhor e entrarmos em contato com nosso lado primal.
Adoraria comprar um livro deste para cada mulher da minha vida, mas como ainda não ganhei na Mega, vou compartilhando pedaços dele para vocês acompanharem essa bela e incrível aventura para dentro de si mesmas.

Aqui o link para quem quiser comprar online

Enjoy:

“Uma mulher saudável assemelha-se muito a um lobo; robusta, plena, com
grande força vital, que dá a vida, que tem consciência do seu território, engenhosa,
leal, que gosta de perambular. Entretanto, a separação da natureza selvagem faz com
que a personalidade da mulher se torne mesquinha, parca, fantasmagórica, espectral.
Não fomos feitas para ser franzinas, de cabelos frágeis, incapazes de saltar, de
perseguir, de parir, de criar uma vida. Quando as vidas das mulheres estão em estase,
tédio, já está na hora de a mulher selvática aflorar. Chegou a hora de a função
criadora da psique fertilizar a aridez.
De que maneira a Mulher Selvagem afeta as mulheres? Tendo a Mulher
Selvagem como aliada, como líder, modelo, mestra, passamos a ver, não com dois
olhos, mas com a intuição, que dispõe de muitos olhos. Quando afirmamos a
intuição, somos, portanto, como a noite estrelada: fitamos o mundo com milhares de
olhos.

(não encontrei o autor desta bela imagem)

A Mulher Selvagem carrega consigo os elementos para a cura; traz tudo o que a
mulher precisa ser e saber. Ela dispõe do remédio para todos os males. Ela carrega
histórias e sonhos, palavras e canções, signos e símbolos. Ela é tanto o veículo quanto
o destino.
Aproximar-se da natureza instintiva não significa desestruturar-se, mudar
tudo da esquerda para a direita, do preto para o branco, passar o oeste para o leste,
agir como louca ou descontrolada. Não significa perder as socializações básicas outornar-se menos humana.

Significa exatamente o oposto. A natureza selvagem possui
uma vasta integridade.
Ela implica delimitar territórios, encontrar nossa matilha, ocupar nosso corpo
com segurança e orgulho independentemente dos dons e das limitações desse corpo,
falar e agir em defesa própria, estar consciente, alerta, recorrer aos poderes da
intuição e do pressentimento inatos às mulheres, adequar-se aos próprios ciclos,
descobrir aquilo a que pertencemos, despertar com dignidade e manter o máximo de
consciência possível.”  Trecho do livro Women Who Run with the Wolves – de Clarissa Pínkola Estés (Mulheres que correm com os lobos), todos os direitos reservados à autora.

O quanto estamos trilhando o caminho da mulher selvagem?

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