Aos ventos,

De qual é a minha?
essas regras
seguidas..
formalidades,
preocupações…
e sinto uma paz
cada vez maior,
cada vez mais presente
soltando os nós,
soltando aos ventos,
minha mente emaranhada de nós.

Até os pequenos passos trêmulos,
seguem.
Firmando-se em ares de núvens,
sentem o frescor
e se esqueçem da necessidade de saber andar.

Porque ser,
ser você,
mostrar quem se é e para onde se vai,
requer um despreendimento,
do mundo,
do outros,
dos poréns e dos porquês.

Perdemos o chão,
para entendermos que temos asas.

Nathalie Gingold, sobre pensamentos, sentada no banco de uma manhã sem sol.

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